Moro e a parte que lhe cabe no golpe

O texto não é meu. Recebi em um grupo intitulado Resistência Democrática, mas concordo com cada linha.

Quando a Dilma nomeou o Lula ministro, em 2015, o juiz Sérgio Moro soltou uma gravação na qual Dilma dizia que estava mandando o papel de nomeação pro Lula. A sociedade reagiu com ódio. O STF barrou a nomeação. O Lula não virou ministro.

Um mandado de segurança pedindo o direito de Lula ser ministro foi apresentado ao STF. Nunca foi julgado.

Quando Lula decidiu anunciar sua candidatura à presidência, Moro correu com o andamento de seu processo e ele foi condenado em primeira instância.

O processo correu em velocidade surreal na segunda instância. Lula foi condenado.

Líder absoluto nas pesquisas, a justiça determinou a prisão de Lula em março de 2018.

O PT registrou a candidatura de Lula. A ONU disse que ele deveria ter o direito de se candidatar. O TSE e o STF negaram.

Todas as pesquisas apontavam que Lula venceria no 1º turno.

O mesmo STF negou repetidos pedidos de habeas corpus a Lula.

O STF também se negou a discutir a inconstitucionalidade das prisões em segunda instância. E Lula continuou preso.

Às vésperas do primeiro turno, Sérgio Moro tornou pública uma delação rejeitada pelo Ministério Público na qual Antonio Pallocci implica Lula nos escândalos de corrupção da Petrobras.

Ao Conselho Nacional de Justiça, Sérgio Moro disse que não teve a intenção de interferir no cenário eleitoral.

Sérgio Moro torna-se ministro da justiça do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

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