Ninguém “alega” ter depressão

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Estado investiga licenças dos servidores; 46% alegam depressão | FOLHAMAX

Estado investiga licenças dos servidores; 46% alegam depressão | FOLHAMAX

  A Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) produziu relatório de auditoria acerca dos controles na concessão de licenças médicas aos servidores do Governo de Mato Grosso. Um das principais motivações do trabalho é o esforço da gestão estadual para encontrar oportunidades de reduzir o impacto dos gastos com pessoal sob o enfoque da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).  “Os afastamentos médicos têm…

Fonte: www.folhamax.com/politica/estado-investiga-licencas-dos-servidores-46-alegam-depressao/112442

NÃO!! Está tudo errado! A interpretação está errada, a manchete está errada, a função da controladoria está errada!. Ninguém “alega” ter depressão. A depressão é causada por uma série de fatores, acumulativos. Muitos dos quais, causados pelo descaso do poder público com relação a saúde do trabalhador. Sobrecarga de trabalho, condições ruins, mobiliário inadequado, alterações no salário. Depressão não se alega. A pessoa tem e é preciso verificar o que está causando, tratar a pessoa, dar atenção, cuidar de sua saúde. Querem contestar atestados de médicos que periciaram o paciente. Estão preocupados com os custos gerados na realocação do profissional.Questionam o afastamento para acompanhamento de membro da família. Eu perdi minha sogra, vítima de câncer e graças a Deus minha esposa pôde acompanhá-la, aliviando um pouco o sofrimento. Não sei o que é pior: a CGE fazer esse julgamento ou a mídia compactuar com isso. Consternado!

Minhas revistas Moto Show

Alguns exemplares, de 1986 até 1991. Dos meus 15 até os 17 anos de idade, eu sonhava com essas motos. Só sonhava né, porque era praticamente impossível pensar em ter uma. Então eu me contentava em acompanhar os avanços tecnológicos pela Revista Moto Show. Na minha opinião foi a melhor revista sobre motos que já tivemos no Brasil. Algumas coisas me chamaram a atenção enquanto eu digitalizava. As propagandas de cigarro, as páginas em preto e branco e a transição entre Cruzeiro, Cruzado e Cruzado Novo. Ainda assim, guardo boas lembranças do tempo em que passava na banca de revista pra ver se chegou, de ler tudo atentamente, de pregar o pôster que vinha nela na parede…

NOTA: EU DEIXEI ESSES EXEMPLARES NA JEAN MOTOS, NA AV. DAS PALMEIRAS. QUEM QUISER É SÓ IR LÁ CONFERIR.