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1º Encontro do SPB – 3º dia

A falta de tempo está comprometendo minhas postagens sobre o encontro, mas depois de mais de um mês do post do 2º dia, vamos rever as coisas das quais participei.

Terceiro dia, 29 – quinta-feira

1 – Webintegrator: Oficina

A primeira coisa importante a se dizer sobre o o WebIntegrator é que ele não é um e não se propõe a ser um editor Java. Se você quiser um editor, use o Eclipse ou Netbeans.

O WebIntegrator é um RAD (Rapid Application Development), portanto sua intenção é facilitar a criação rápida de aplicativos Java, reduzindo a curva de aprendizado e do tempo de produção.

Instalá-lo é muito fácil. Basta ter o JDK e o Tomcat ouvindo na porta 8080. Faça download do pacote aqui, depois descompacte o arquivo wi3.war no diretório webapps do Tomcat.

Não sou programador, mas achei tudo muito rápido, fácil e prático. Fica a dica para você que quer acelerar o desenvolvimento dos seus aplicativos.

2 – SGD – Sistema de Gestão de Demandas: Oficina

Essa oficina infelizmente foi prejudicada por causa da infra de rede no local. Basicamente a proposta do SGD é transformar as demandas dos setores de uma instituição em projetos que possam ser executados. Inicialmente idealizado para atender as demandas de TI, ele pode ser adaptado para qualquer tipo de atividade.

3 – Ginga: Oficina

Essa foi uma das oficinas que mais curti. Pra quem não sabe ainda, o Ginga é middleware do Sistema Brasileiro de TV Digital, desenvolvido conjuntamente pela PUC-Rio e pela UFPB. Através das linguagens Ginga-NCL ou Ginga-J (Java) é possível criar conteúdos interativos para a programação, como enquetes, jogos e promoções.

Como a oficina foi baseada no Ginga-NCL, aí vão os links de uma máquina virtual e um Live-CD para que você possa testar.

Em breve vou postar sobre o último dia, que foi totalmente sobre BrOffice.org. Até mais!

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A democratização da informação e a liberdade tecnológica

A informação foi durante muito tempo privilégio de poucos. Sem acesso à informação as pessoas ficam privadas do principal meio para a sua inclusão social – a qualificação. Mas, como qualificar tantas pessoas com tão poucos recursos, sem ter que arcar com o ônus de licenças de softwares proprietários? Mais desafiante ainda, como pensar em democratização da informação, em apropriação da tecnologia sem haver acesso aos códigos fontes dos softwares? Eu acredito que assim como o direito garantido que temos de ir e vir, a informação deve nos ser garantida também, sem ônus e sempre que possível, com acesso à fonte. Só assim poderemos garantir a qualificação que possibilitará declararmos a nossa liberdade tecnológica.

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