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	<title>Ideias, pensamentos e ideais</title>
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	<description>O Software Livre na vida de Rui Ogawa (e outras coisas...)</description>
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<title>Ideias, pensamentos e ideais</title>
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		<title>Proposta de trabalho &#8211; Diretor Administrativo</title>
		<link>http://ruiogawa.net/blog/2011/11/22/proposta-de-trabalho-diretor-administrativo</link>
		<comments>http://ruiogawa.net/blog/2011/11/22/proposta-de-trabalho-diretor-administrativo#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 13:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ogawa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[diretoria]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[unemat]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá colegas! Bem, este post é bem diferente e especial, pois representa uma mudança significativa na minha carreira como trabalhador da educação superior. Estou concorrendo ao cargo de &#8220;DIRETOR DE UNIDADE REGIONALIZADA ADMINISTRATIVO&#8221; do Campus Universitário de Sinop. Essencialmente, o trabalho do Diretor de Unidade Regionalizada Administrativo é promover e manter as condições necessárias para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">Olá colegas! Bem, este post é bem diferente e especial, pois representa uma mudança significativa na minha carreira como trabalhador da educação superior. Estou concorrendo ao cargo de &#8220;DIRETOR DE UNIDADE REGIONALIZADA ADMINISTRATIVO&#8221; do Campus Universitário de Sinop.</p>
<p align="LEFT">Essencialmente, o trabalho do Diretor de Unidade Regionalizada Administrativo é promover e manter as condições necessárias para a boa execução dos trabalhos considerados “atividade meio” da Unemat. O fragmento a seguir foi retirado da Resolução 001/2010 do CONSUNI, que versa sobre o Estatuto da Unemat, especificamente sobre a atribuições do cargo.</p>
<p style="padding-left: 60px;" align="JUSTIFY"><em>Art. 82 O mandato do Diretor de Unidade Regionalizada Administrativo é de 02 (dois) anos, não se admitindo reeleição. </em></p>
<p style="padding-left: 60px;" align="JUSTIFY"><em> Art. 83 Ao Diretor de Unidade Regionalizada Administrativo compete: </em></p>
<p style="padding-left: 60px;" align="JUSTIFY"><em> I. Gerenciar o sistema patrimonial e de recursos humanos da Unidade Regional, de acordo com competências atribuídas em lei; </em></p>
<p style="padding-left: 60px;" align="JUSTIFY"><em> II. Coordenar e supervisionar a execução dos serviços administrativos e de infra-estrutura; </em></p>
<p style="padding-left: 60px;" align="JUSTIFY"><em> III. Diagnosticar as condições de formação de pessoal técnico e propor, às instâncias competentes, políticas de qualificação desse quadro; </em></p>
<p style="padding-left: 60px;" align="JUSTIFY"><em> IV. Adotar medidas essenciais à eficiência da Unidade Regional. </em></p>
<p style="padding-left: 60px;" align="JUSTIFY"><em> Parágrafo Único: As competências e atribuições das assessorias e supervisões vinculadas à Unidade Regional serão fixadas no Regimento Geral da UNEMAT.</em></p>
<p style="padding-left: 60px;" align="JUSTIFY">
<h3 align="JUSTIFY">Esta não é uma proposta fechada e contou com a colaboração de vários amigos em sua elaboração. Outras sugestões podem ser enviadas para ruiogawa@unemat.br.</h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2 align="JUSTIFY"><span style="text-decoration: underline; color: #000000;"><strong>Objetivos</strong></span></h2>
<p align="JUSTIFY">A presente proposta de trabalho está centrada no planejamento, execução e acompanhamento das ações elencadas e das demais que eventualmente possam ser consideradas essenciais para as atividades fim, como o ensino, a pesquisa e a extensão, bem como para que seja possível a prática de uma gestão efetiva para a Unemat. Ou seja, dentro das possibilidades técnicas, humanas e financeiras, o trabalho será focado em identificar as ações que possam ser executadas imediatamente e as que necessitam de planejamento, para que então possa ser construído um cronograma que distribua as atribuições de acordo com as habilidades e responsabilidades de cada setor, otimizando o tempo, recurso financeiro, trabalho físico e intelectual, com o objetivo de concluir cada meta estabelecida.</p>
<h2 align="JUSTIFY"><span style="text-decoration: underline; color: #000000;"><strong>Metas</strong></span></h2>
<p align="JUSTIFY"><span style="text-decoration: underline; color: #000000;"><strong>(a ordem não está relacionada à prioridade de execução)</strong></span></p>
<ul>
<li>
<p align="JUSTIFY">Otimização do espaço da Biblioteca com uma readequação do layout;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Discutir uma parceria para realizar a pintura interna e externa do Campus e serviços de paisagismo, proporcionando um ambiente mais agradável;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Instalação da rede elétrica com entrada em alta tensão para sanar problemas de sobrecarga;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Discutir com a terceirizada que administra o R.U. (Restaurante Universitário) uma forma de melhorar a prestação de serviços, objetivando a redução de custos para a comunidade acadêmica;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Providenciar de forma urgente uma reforma nos banheiros do Campus;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Discutir uma proposta de layout para as salas de aulas de forma a minimizar o problema de espaço, e/ou quantidade elevada de alunos;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Criar uma sinalização durável e eficiente, bem como uma descrição dos espaços físicos e setores da Universidade, visando a fácil localização para quem nos visita;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Incentivar a publicização e o acesso das informações do campus através da página WEB da Universidade;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Organizar o setor de protocolo para padronizar os trâmites, bem como os prazos dos documentos do Campus;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Criar uma estrutura de recepção para o Campus;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Procurar meios para garantir uma política de afastamento para qualificação Docente e de Técnicos, com garantia de bolsas de qualificação para os mesmos;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Aprimoramento ou substituição do mobiliário das salas de aulas, bem como das salas dos professores e das áreas de trabalho dos técnicos administrativos, utilizando mobiliário que considere questões de ergonomia e segurança do trabalho, que devem ter o acompanhamento da CIPA;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Climatização das salas de aula;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Garantir a segurança no Campus, melhorando o controle de acesso externo e interno, com melhor iluminação, sistema CFTV (Circuito Fechado de TV);</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Viabilizar infraestrutura necessária (vestiários) para promover um programa contínuo de ginástica laboral, visando a prevenção contra stress, L.E.R., tendinites, etc. (ex: Viva bem Unemat);</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Intermediar a homologação da comissão local da CIPA para que seus membros possam receber os treinamentos necessários relacionados à segurança do trabalho e prevenção de acidentes;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Realizar, em conjunto com a CIPA, alterações necessárias que venham garantir a acessibilidade e a mobilidade das pessoas com deficiências;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Procurar o Corpo de Bombeiros para realização de treinamento para prevenção e combate a incêndios;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Definir procedimentos e cronograma para manutenção preventiva dos veículos do Campus;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Construir acesso coberto interligando os blocos do Campus onde houver necessidade;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Implantar sitema de Gestão Eletrônica de Documentos – GED;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Viabilizar a construção de uma estrutura que atenda como garagem para os veículos do Campus, bem como depósito para equipamentos inutilizados e oficina de reparos simples;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Fomentar a utilização dos e-mails institucionais da Unemat;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Efetuar planejamento para troca de equipamentos de informática, manutenção periódica de salas de aula, lousa, carteiras, etc.;</p>
</li>
<li>
<p align="JUSTIFY">Definir uma política de aquisição de materiais de reposição.</p>
</li>
</ul>
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		<item>
		<title>André Gondin, um guerreiro!</title>
		<link>http://ruiogawa.net/blog/2011/11/03/andre-gondin-um-guerreiro</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 21:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ogawa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[AndréGondin]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui usuário do Ubuntu por um bom tempo e uma das coisas boas que fiz nesse período foi ter me cadastrado na lista de usuários Ubuntu-BR. Aprendi muita coisa lá, ajudei em algumas também. Mas me lembro  com muita clareza da dedicação e paciência do André, sempre disposto a ajudar os iniciantes, compartilhando seus conhecimentos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui usuário do Ubuntu por um bom tempo e uma das coisas boas que fiz nesse período foi ter me cadastrado na lista de usuários Ubuntu-BR. Aprendi muita coisa lá, ajudei em algumas também. Mas me lembro  com muita clareza da dedicação e paciência do André, sempre disposto a ajudar os iniciantes, compartilhando seus conhecimentos. Foi com surpresa e tristeza que fiquei sabendo hoje de seu falecimento. Gostaria de compartilhar o post publicado no <a href="http://sejalivre.org/?p=5698">#SejaLivre</a>, uma bonita homenagem ao guerreiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Morreu aos 24 anos um dos ícones do Software Livre no Brasil: <a href="http://andregondim.eti.br/about-2/" target="_blank">André Gondin</a>.</p>
<p>André era um dos líderes da tradução do Ubuntu para o Pt-BR e fazia parte do Conselho Ubuntu Brasil, além de escrever em diversos blogs de Linux e Software Livre.</p>
<p>Leia a matéria que Gleidson Lacerda escreveu sobre André Gondin abaixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“André Gondim, deixa esposa, pais, família, amigos, colegas, fãs. Lutou contra a fibrose cistica desde criança, deram 8 meses, 2 anos, 5 anos… aos 24 veio o transplante e ele sobreviveu (casou-se com Ana Luiza no mesmo ano).</p>
<p>Graduou-se, estava posgraduando. Trabalhou em empresas de primeira linha como UOL e Terra (até quebrou meu galho e tirou minhas férias na Gfarias). Deu cursos, palestras, militou no software livre. O Ubuntu, Gnome e tantos outros projetos devem muito das traduções e coordenação de equipe de André.</p>
<p>Deixou a certeza que existem milagres e eu pude conviver com um, embora breve foi o tempo. Lembro quando eu fui conhecer o namorado de AnaLu, sai de lá com um amigo de infância que você só conhece depois de adulto.</p>
<p>No hospital quando íamos visitá-lo durante alguma crise as pessoas deveriam dizer “que amigos insensíveis que ficam fazendo farra, rindo e se divertindo no apartamento do hospital”. Era ele que fazia a bagunça, sorria com os dentes trincados de dor, mas não murmurava, reclamava ou se desesperava. Contava piada e aliviava a preocupação dos que amavam ele… e como era impossível não amar.</p>
<p>Alguns dias depois do transplante, usando uma conexão 3G e o notebook ele escreveu no seu blog “sudo aptitude vida nova”. No texto ele escreveu: “fui entregue então a Jesus duas vezes, uma porque o nome do melhor cirurgião é José Jesus Camargo e o outro é o filho do Pai”. Como brinquei com ele sobre isso “Jesus é o Roteador, o IP e o TTL e ninguém vai ao Servidor senão por Ele”.</p>
<p>Estrelas também morrem e André morreu. Partiu para a Vida após a vida, essa ponte desconhecida, certa e próxima a qualquer um de nós. O que mais me impressiona quando penso em DD é que não era medo da morte, era amor pela vida que fazia ele batalhar e luta sem descanso. Quando conheceu AnaLu eu testemunhei outro milagre, amor verdadeiro. Quantas poesias à Lua a lua testemunhou?</p>
<p>Estrelas morrem, algumas se dispersam e deixam apenas uma super anã ou gravitam em si mesmas e são buracos negros. Mas estrelas com massa impensável como André foi, morrem para gerar novidade no universo. A supernova decorrente de sua morte ainda gerará várias outras estrelas em outras nuvens interestelares.</p>
<p>Como disse Jesus, a quem André se entregou duplamente, “Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.”</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Novidades do Asterisk 10 Beta 01</title>
		<link>http://ruiogawa.net/blog/2011/08/25/novidades-do-asterisk-10-beta-01</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 22:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ogawa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asterisk]]></category>
		<category><![CDATA[asterisk]]></category>

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		<description><![CDATA[Tradução livre. Fonte: http://blogs.digium.com/2011/07/22/asterisk-10-beta-1/ Na sequencia do anúncio de Kevin Fleming ontem que discute as mudanças no esquema de versionamento Asterisk, gostaríamos de anunciar formalmente que o Asterisk 10,Beta 1 já está disponível para testes para a comunidade. O Asterisk 10, um lançamento Standard, será a próxima versão do Asterisk e segue o lançamento doAsterisk 1,8 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tradução livre.</p>
<p>Fonte: <a href="http://blogs.digium.com/2011/07/22/asterisk-10-beta-1/">http://blogs.digium.com/2011/07/22/asterisk-10-beta-1/</a></p>
<p><a href="http://blogs.digium.com/2011/07/22/asterisk-10-beta-1/"></a>Na sequencia do <a href="http://blogs.digium.com/2011/07/21/the-evolution-of-asterisk-or-how-we-arrived-at-asterisk-10/" target="_blank">anúncio</a> de Kevin Fleming ontem que discute as mudanças no esquema de versionamento Asterisk, gostaríamos de anunciar formalmente que o Asterisk 10,Beta 1 já está disponível para testes para a comunidade. O Asterisk 10, um lançamento Standard, será a próxima versão do Asterisk e segue o lançamento doAsterisk 1,8 LTS, um lançamento LTS. Para mais informações sobre os diferentes versões do Asterisk, confira a <a href="https://wiki.asterisk.org/wiki/display/AST/Asterisk+Versions" target="_blank">página Versões do Asterisk na Wiki</a>.</p>
<p>Vamos falar sobre algumas de suas novas capacidades.</p>
<p>Um dos pontos principais do ciclo de desenvolvimento Asterisk 10 foi o suporte do Asterisk para tipos de mídia. Em versões do 1,8 Asterisk e anteriores, o Asterisk suportou um número bastante limitado de codecs devido a algumas limitações de arquitetura. O encanamento foi arrancado, cozinhas foram remodeladas, vigas foram trocadas, e o Asterisk 10 agora tem uma arquitetura de mídia que é capaz de manipular um número quase ilimitado de codecs, assim como os codecs com parâmetros mais complexos. O que isso significa para os usuários?</p>
<p>Em primeiro lugar, isso significa que o Asterisk agora vem com alguns codecs adicionais, incluindo a variante 32kHz do codec <a href="http://www.speex.org/" target="_blank">Speex</a> (versões anteriores do Asterisk só suportou a 8kHz ou 16kHz), o codec <a href="http://developer.skype.com/silk" target="_blank">SILK</a> Superwideband do Skype, e suporte para pass-through para as variantes de 44.1kHz e 48kHz  do formato <a href="http://www.celt-codec.org/" target="_blank">CELT</a>.</p>
<p>Leitores atentos irão notar que as versões anteriores do Asterisk só eram capazes de operar em amostragens de áudio  de 8kHz e 16kHz, e que os referidos recém-suportados codecs operam em outras taxas que estes. Você está absolutamente correto. A fim de suportar esses novos codecs, o Asterisk 10 também foi equipado com suporte para uma variedade de taxas de amostragem super e ultra-wideband, os quais são suportados como tipos de formato de arquivo para reprodução de arquivos ou gravação.</p>
<p>Uma das melhores maneiras de mostrar a maior capacidade de mídia é com uma aplicação de conferência totalmente nova. O Asterisk 10 apresenta uma aplicação de conferência totalmente funcional chamada ConfBridge. Leitores atentos irão notar  mais uma vez que o ConfBridge foi primeiramente disponibilizado na versão 1.6 do Asterisk. Mais uma vez você está correto.</p>
<p>Mas, o ConfBridge de outrora só foi capaz de operar a 8kHz (ou 16kHz com uma opção em tempo de compilação). O ConfBridge de hoje (Asterisk 10), suporta uma gama completa de taxas de amostragem (8, 12, 16, 24, 32, 44,1, 48, 96 e 192 kHz) para os seus participantes &#8211; ele seleciona automaticamente a melhor taxa de amostragem com base no codec nativo de cada participante. Além disso, o ConfBridge fornece muito mais controle sobre menus interativos (customizável numa base por-DTMF e por-Caller)  por-perfis de usuários, bem como a criação de dinâmica de conferências.</p>
<p>Falando de exibicionismo, que melhor maneira de &#8220;mostrar&#8221; a capacidade do que com algum vídeo? O ConfBridge do Asterisk 10 fornece suporte básico de vídeoconferência. É isso mesmo, se você e seus amigos têm dispositivos SIP com capacidade de vídeo, onde todos falam a mesmo codec de vídeo e perfil, você pode criar conferências de vídeo. O vídeo executado de cada participante segue um usuário marcado; um usuário escolhido por DTMF, ou o mais útil, um usuário que está atualmente conversando.</p>
<p>Além da melhoria das capacidades de voz e vídeo, o Asterisk 10 pode também melhorar sua experiência de fax. O Asterisk 1.4 é capaz de fazer pass-through em T.38, onde um endpoint com suporte a T.38 pode enviar um fax diretamente para outro terminal com suporte a T.38 &#8211; geralmente um par de equipamentos SIP.  O Asterisk 1.6.x e 1.8 são capazes de terminação T.38, onde o Asterisk pode ler / escrever arquivos TIFF de / para endpoints T.38. Agora, com o Asterisk 10, a transparência entre um dispositivo não -T.38 e T.38 é possível, com o seu suporte  de Gateway T.38 (também conhecido como Relay T.38).</p>
<p>Então, se você tiver uma placa Digium E1 na PSTN, agora você pode transmitir um fax diretamente a partir da PSTN à um dispositivo SIP T.38 habilitado, sem o passo intermediário &#8220;terminação&#8221; da conversão TIFF, necessário em versões anteriores do Asterisk . Ou, se você tem um provedor SIP com suporte a T.38, e um segundo provedor SIP sem esse suporte de T.38, você pode mediar entre os dois, novamente, sem qualquer passo &#8220;terminação&#8221; intermediário. Isso significa muito mais rapidez e mais confiabilidade nos fax no Asterisk 10.</p>
<p>O que precisamos da comunidade?</p>
<p>Testes, Testes e mais testes.</p>
<p>Além destas grandes características, o Asterisk 10 apresenta uma série de outras mudanças importantes, muitas das quais estão escondidas. Todas estas mudanças significam que há, provavelmente, (definitivamente) alguns pedaços quebrados que a Digium não encontrou. Assim, para encontrá-los, precisamos de sua ajuda. Por favor, relate quaisquer problemas que encontrar para o <a href="https://issues.asterisk.org/jira" target="_blank">issue tracker.</a></p>
<p><a href="https://issues.asterisk.org/jira" target="_blank"></a>Novamente, por favor, reporte qualquer problema (bugs, etc) que você encontrar para o <a href="https://issues.asterisk.org/jira" target="_blank">Issue Tracker</a>.</p>
<p>Também é útil ver os relatórios de testes bem sucedidos. Por favor, poste-os para a lista de discussão<a href="http://lists.digium.com/mailman/listinfo/asterisk-dev%22" target="_blank"> asterisk-dev</a>. Ou, se você usa IRC, então entre no canal # asterisk-teste na rede <a href="http://www.freenode.net/" target="_blank">Freenode</a> para que possamos trabalhar juntos em testar muitas partes do Asterisk.<br />
Como sempre, agradecemos a sua participação.</p>
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		<title>Remastersys no LMDE</title>
		<link>http://ruiogawa.net/blog/2011/06/01/remastersys-no-lmde</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 18:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ogawa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Usuário final]]></category>
		<category><![CDATA[lmde]]></category>
		<category><![CDATA[remastersys]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho utilizado o Linux Mint Debian Edition (LMDE) há um bom tempo e estou satifeitíssimo com a estabilidade, desempenho e usabilidade. Tanto que estamos adotando-o como distro padrão no meu trabalho também. O fato dele ser um &#8220;rolling distro&#8221; baseada no Debian Testing foi o que mais pesou na decisão, afinal basta agora instalar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho utilizado o <a href="http://blog.linuxmint.com/?p=1604" target="_blank">Linux Mint Debian Edition (LMDE)</a> há um bom tempo e estou satifeitíssimo com a estabilidade, desempenho e usabilidade. Tanto que estamos adotando-o como distro padrão no meu trabalho também. O fato dele ser um &#8220;rolling distro&#8221; baseada no <a href="http://www.debian.org/devel/testing" target="_blank">Debian Testing</a> foi o que mais pesou na decisão, afinal basta agora instalar uma única vez e ir atualizando.</p>
<p>Pois bem, peguei um computador para instalar todos os pacotes que vamos utilizar, baixar e instalar as atualizações e fazer as customizações necessárias. Depois seria só instalar o <a href="http://www.remastersys.com/" target="_blank">Remastersys</a> e gerar uma nova imagem ISO, com tudo já atualizado e instalar nos demais computadores.</p>
<p>O que eu não sabia é que os <a href="http://www.remastersys.com/debian.html" target="_blank">repositórios para Debian do Remastersys</a> são para Lenny ou Squeeze. Não existe repositório para Wheezy&#8230; Ao adicionar qualquer um desses dois e tentar instalar o Remastersys, ocorrem uma série de erros relativos aos pacotes live-config, live-boot, live-config-sysvinit e live-boot-initramfs-tools.</p>
<p>Depois muito garimpar na net atrás de resoluções para esse problema, encontrei <a href="http://www.remastersys.com/forums/index.php?action=printpage;topic=1421.0" target="_blank">esta thread</a> falando sobre o assunto e informando os procedimentos.  O segredo é adicionar o repositório Stable, instalar e congelar esses quatro pacotes nessa versão antes de instalar o Remastersys.</p>
<p>O procedimento tanto pode ser feito no terminal quanto no Synaptic. Por questões de pressa, escolhi a segunda opção.</p>
<p>Abra o Synaptic, vá em [Configuração] &gt; [Repositórios]. Clique na segunda aba [Other Software] e depois no botão [Adicionar].</p>
<p><img title="01" src="http://ruiogawa.net/galeria/d/3278-1/01.png?g2_GALLERYSID=TMP_SESSION_ID_DI_NOISSES_PMT" alt="01" /></p>
<p>Na pequena janela que surgir, insira a linha abaixo e clique em [Adicionar fonte].</p>
<p>deb http://ftp.br.debian.org/debian squeeze main contrib non-free</p>
<p>Adicione também o repositório para Debian Squeeze do Remastersys e em seguida feche a janela.</p>
<p>deb http://www.geekconnection.org/remastersys/repository squeeze/</p>
<p><img title="02" src="http://ruiogawa.net/galeria/d/3282-1/02.png?g2_GALLERYSID=TMP_SESSION_ID_DI_NOISSES_PMT" alt="02" /></p>
<p>Use a ferramenta de busca do Synaptic e procure, um por vez, pelos pacotes citados anteriormente. Para cada um que encontrar, efetue o seguinte procedimento:</p>
<p>Selecione o pacote no painel esquerdo do Synaptic, vá em [Pacote] &gt; [Forçar versão] e na janela que aparecer, selecione a versão Stable.</p>
<p><img title="03" src="http://ruiogawa.net/galeria/d/3284-1/03.png?g2_GALLERYSID=TMP_SESSION_ID_DI_NOISSES_PMT" alt="03" /></p>
<p>Depois de instalá-los, faça a mesma busca novamente e congele-os nessa versão. Para isso basta selecionar o pacote, ir em [Pacote] &gt; [Trancar versão]. Faça isso para cada um dos quatro pacotes.</p>
<p>Agora sim, podemos instalar o Remastersys normalmente pelo Synaptic ou pelo aptitude / apt-get.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Software é Livre, o trabalho não&#8230;</title>
		<link>http://ruiogawa.net/blog/2011/03/11/o-software-e-livre-o-trabalho-nao</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 05:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ogawa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Usuário final]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é médico? Alguém já te parou na rua, no supermercado, no corredor do seu trampo, dizendo assim&#8230; - Sabe, to com uma dorzinha aqui. Começou do nada, aí veio pelo pescoço, se alastrou pelos ombros&#8230; Será que você podia dar uma olhadinha? E você, caro advogado&#8230; Com certeza já te abordaram né? - Olha, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você é médico? Alguém já te parou na rua, no supermercado, no corredor do seu trampo, dizendo assim&#8230;</p>
<p>- Sabe, to com uma dorzinha aqui. Começou do nada, aí veio pelo pescoço, se alastrou pelos ombros&#8230; Será que você podia dar uma olhadinha?</p>
<p>E você, caro advogado&#8230; Com certeza já te abordaram né?</p>
<p>- Olha, o lance é que o cara prometeu que ia pagar, mas não assinou nada. Mas eu to no direito né? Você poderia fazer um favorzinho?</p>
<p>E você, caro mecânico. Sai do cinema com a família e aquele camarada te aborda, gentilmente&#8230;</p>
<p>- Puts cara! Não tá pegando nem a pau! Velho, você sabe que só você mexe no meu carro né. Tem como dar uma mexidinha aí?</p>
<p>O legal é que tudo no diminutivo. Olhadinha, favorzinho, mexidinha&#8230;</p>
<p>Gente, na boa&#8230; o cara estudou, pagou caro (ou não, e isso não interessa) e essa é a sua profissão. Acredite, ele também tenta levar uma vida normal, sem ter que ficar pensando ou sendo forçado a pensar nas coisas do seu ofício quando não está na execução do mesmo.</p>
<p>Eu sou um profissional de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/TIC" target="_blank">TIC</a>. Não é tic nervoso, ok? É Tecnologia da Informação e Comunicação. Chique? Não, é uma necessidade, é o que sei fazer e é o que gosto de fazer.</p>
<p>Mas saber fazer e gostar de fazer NÃO significa que eu faço de graça. Muito menos na rua, no mercado, na sala de espera do dentista e por aí vai&#8230;</p>
<p>Abandonei o curso de <a href="http://www.unemat-net.br/ver_curso.php?id=16" target="_blank">matemática</a> na <a href="http://www.unemat-net.br/index.php" target="_blank">Unemat</a> em 2004 (gratuito) para cursar <a href="http://www.unic.br/site/index.php?pg=cursos&amp;posg=1342&amp;tp=graduacao" target="_blank">Redes de Computadores</a> (pago) na Unic. No meu caso, paguei caro SIM. Além disso soma-se as certificações, os cursos, congressos. Todos sabem que eu prego o livre conhecimento, mas por favor, não confundam <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conhecimento_livre" target="_blank">LIVRE</a> com GRATUITO.</p>
<p>Quando me refiro a livre, faço menção à liberdade, ao conhecimento aberto. Assistir o <a href="http://bbb.globo.com/" target="_blank">B³</a> é gratuito, mas você considera isso conhecimento?</p>
<p>Além dos cursos que fiz, de onde vem meu conhecimento? De muita pesquisa e leitura! A Tecnologia da Informação é dinâmica, tanto que seu ciclo de defasagem é de cerca de 18 meses. Tem que ler muito mesmo&#8230;</p>
<p>- Ah Rui, mas você usa <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre" target="_blank">Software Livre</a> e eu sei que você não paga por ele. Pago sim! Energia elétrica + Link de Internet + Provedor + Valor do meu notebook + CD-R + paciência para entender como tudo isso funciona.</p>
<p>Não tá afim de pagar? Entra no <a href="http://www.google.com.br/" target="_blank">Google</a> e se vira então&#8230; E agradeça por existir o Google! Quando comecei, não haviam mecanismos de indexação. A Intenet era o caos. Usávamos (com muito orgulho!) o navegador <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Netscape_Navigator" target="_blank">Netscape</a>. Timidamente o Yahoo surgiu, depois Lycos, Altavista&#8230; A informação existia, mas procurá-la, organizá-la e digeri-la era terrível!</p>
<p>Para os saudosistas, olhem como eram algumas páginas no passado&#8230;</p>
<ul>
<li><a href="http://replay.waybackmachine.org/19961020022754/http://www9.yahoo.com/" target="_blank">Yahoo</a> em outubro de 1996</li>
<li><a href="http://replay.waybackmachine.org/19961025120541/http://www.lycos.com/" target="_blank">Lycos</a> em outubro de 1996</li>
<li><a href="http://replay.waybackmachine.org/19961022174810/http://www.altavista.com/" target="_blank">Altavista</a> em outubro de 1996</li>
<li><a href="http://replay.waybackmachine.org/19981111184551/http://google.com/" target="_blank">Google</a> em novembro de 1998 &#8211; era um protótipo</li>
</ul>
<p>Há um bom tempo que parei de fornecer suporte para o <a href="http://www.microsoft.com/windows/" target="_blank">sistema? das janelas</a>. O motivo é simples: é impossível fazer um bom serviço e dar garantias sobre um produto nem um pouco confiável. Eu tenho certeza absoluta que cedo ou tarde vai dar pau e o cara vai por a culpa em mim. Então, além de parar de usar drogas, não ofereço pra mais ninguém.</p>
<p>Aí começaram a aparecer pessoas interessadas em experimentar o Linux.</p>
<p>- Rui, instala o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux" target="_blank">Linux</a> pra mim? Claro, custa &#8220;tanto&#8221;.</p>
<p>- Ah, mas eu só queria testar! Ok, baixe um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Live_CD" target="_blank">LIVE CD</a>, grave e experimente!</p>
<p>Instalar e configurar finamente um SISTEMA OPERACIONAL LINUX é uma arte. Recentemente minha esposa encontrou o professor Fiorelo e este lhe disse que desde que eu instalei Linux pra ele, não precisou mais chamar o técnico. Detalhe, o técnico era eu.</p>
<p>Perdi um cliente? Claro que não! Eu o fidelizei, tenho certeza disso. Sempre que necessitar, solicitará meus préstimos. Da mesma forma cito o caso do professor Neto, que tem enormes dificuldades visuais, e o Linux está instalado tanto em seu desktop como no notebook. Faz mais de 3 anos que ele só usa Linux e está satisfeitíssimo!</p>
<p>O problema em nossa sociedade é a cultura do descartável. Não só de produtos, mas infelizmente de serviços. Pra que qualidade se posso fazer meia boca pra que ele chame novamente? Não fui criado assim. Cresci vendo meus pais, tios e avós priorizando a qualidade, mesmo que a um preço elevado. Vale a pena.</p>
<p>Tá, mas então porque me envolvo em projeto baseados no voluntariado, sem ganhar nada pra isso? Ganho sim! Experiência, conhecimento, divulgação, networking&#8230;</p>
<p>Acontece que o modelo de negócio do Software Livre não é o produto, é o serviço. Ou pode até ser o produto + serviço. Exemplo? <a href="http://www.br.redhat.com/" target="_blank">Red Hat</a>. Mesmo essa empresa compreende que o modelo de desenvolvimento distribuído e colaborativo é infinitamente superior ao modelo fechado. Tanto que ela apoia o projeto <a href="http://fedoraproject.org/pt/" target="_blank">Fedora</a>.</p>
<p>Quer entender melhor isso? Você pode pegar uma garrafa vazia, sair procurando uma mina d&#8217;água, enchê-la e voltar pra casa. De graça! Ou você pode ir no supermercado ao lado da sua casa e comprar água mineral. Pegou né?</p>
<p>Vamos analisar um cenário futuro e consequente. No dia 09/04/2011 Sinop será uma das sedes do <a href="http://flisol.net/FLISOL2011/Brasil/Sinop" target="_blank">FLISOL2011</a> &#8211; Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre. Pessoas virão com seus notebooks, desktops e terão Software Livre instalados em seus computadores. De graça! Quanto vamos ganhar com isso? Muitas experiências, fortalecimento do networking, e troca de conhecimento.</p>
<p>Mas esse será um evento voltado à popularização do Software Livre. É o &#8220;empurrão&#8221; que você precisava para começar a usar, sem ter medo de detonar sua máquina. Afinal, haverá uma legião de nerds dispostos a te ajudar. Mas lembre-se, será naquele dia.</p>
<p>Se você quiser ou necessitar de suporte adicional após o evento, há duas opções:</p>
<ol>
<li>Cadastre-se nas listas e fóruns de discussões &#8211; é gratuito, geralmente tem gente disposta a ajudar e a atmosfera é agradável. Mas lembre-se, ninguém lá terá a obrigação de te responder, pois não estão recebendo nada para isso. Portanto, seja educado.</li>
<li>Pague pelo suporte &#8211; há várias pessoas que usam e dominam Software Livre e estão disposto a te ajudar mediante pagamento. É um modelo de negócio justo e não muito diferente do praticado pelos usuário de software fechado. Ou você nunca chama &#8220;o cara da informática&#8221; e paga pra ele dar um geral no seu PC que pegou vírus?</li>
</ol>
<p>Bem, pra finalizar quero dizer que eu sou uma dessas pessoas. Dos dois tipos. As vezes ajudo nas listas e fórums, as vezes cobro por um suporte personalizado.</p>
<p>Então, se você me parar e perguntar na rua ou durante o meu trabalho (o que é pior) como que faz pro seu vídeo funcionar redondo no Linux, provavelmente vou sugerir que procure no Google. Agora, se me perguntar se posso prestar um serviço e resolver o seu problemas, direi que SIM e combinaremos data, horário e valor. E como dizem, o combinado não é caro.</p>
<p>Em tempo: Sobre perguntas durante o trabalho, isso daria outro post, mas vamos resumir. Sou funcionário público estadual, o que significa que são os impostos de cada cidadão matogrossense que pagam meu salário. E isso inclui você. Mas isso não lhe dá o direito de me importunar durante minha jornada de trabalho, querendo que eu resolva o seu problema e de graça&#8230;</p>
<p>Antes que comecem a me bater, não sou antipático. Sou sucinto&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abraços galera!!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Emails demais? Seja grato!</title>
		<link>http://ruiogawa.net/blog/2011/03/10/emails-demais-seja-grato</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 01:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ogawa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[email]]></category>

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		<description><![CDATA[Confesso. Sou um cara meio chato quando se trata de emails não solicitados. Normalmente os filtros do Gmail já se encarregam de mandá-los direto para a caixa de Spam. Aliás, é um absurdo necessitar ter um caixa de Spam, não acham? Raramente recebo alguma coisa que é interessante ou (realmente) engraçada. Hoje eu recebi essa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso. Sou um cara meio chato quando se trata de emails não solicitados. Normalmente os filtros do Gmail já se encarregam de mandá-los direto para a caixa de Spam. Aliás, é um absurdo necessitar ter um caixa de Spam, não acham?</p>
<p>Raramente recebo alguma coisa que é interessante ou (realmente) engraçada. Hoje eu recebi essa. Gostei!</p>
<p><strong>Sou grato a Deus&#8230;</strong></p>
<p><strong>Por minha mulher&#8230;</strong><br />
<strong>por ela dizer que teremos cachorro-quente ao jantar, porque ela está em casa comigo!</strong></p>
<p><img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.1&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="227" height="197" /></p>
<p><strong>Por meu marido&#8230; </strong><strong> </strong><br />
<strong>por ele estar esparramado no sofá como um purê de batata,  porque ele está comigo!</strong></p>
<p><img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.2&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="185" height="174" /></p>
<p><strong>Pela adolescente lá de casa&#8230; </strong><strong> </strong><br />
<strong>que está reclamando por ter que lavar a louça,  porque isso significa que está em casa, e não nas ruas! </strong></p>
<p><img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.3&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="172" height="193" /><br />
<strong>Pelas broncas do chefe&#8230; </strong><strong> </strong><br />
<strong>pois isto significa que estou empregado!</strong></p>
<p><img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.4&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="169" height="190" /><br />
<strong>Pela bagunça que restou depois da festa&#8230;</strong><br />
<strong> porque isto significa que estive rodeado de amigos!</strong><br />
<img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.5&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="256" height="260" /><br />
<strong>Pelas roupas que estão ficando apertadas&#8230;</strong><br />
<strong>porque isso significa que tenho mais que o suficiente para comer!</strong></p>
<p><img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.6&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="216" height="178" /></p>
<p><strong>Pela minha sombra que me observa em ação&#8230;</strong><br />
<strong>porque isso significa que estou fora, ao sol!</strong></p>
<p><img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.7&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="283" height="287" /><br />
<strong>Pela grama que precisa ser cortada, pelas janelas que precisam ser limpas  e pelas calhas que preciso consertar&#8230;</strong><br />
<strong>Porque isso significa que tenho uma casa!</strong><br />
<img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.8&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="302" height="276" /></p>
<p><strong>Pela vaga que achei bem no final do estacionamento&#8230; </strong><br />
<strong>porque isso significa que posso caminhar e que tenho meio de transporte!</strong><br />
<img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.9&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="225" height="220" /><br />
<strong>Pela conta monstruosa de energia que pago&#8230;</strong><br />
<strong>porque isso significa que estou sempre confortável!</strong><br />
<img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.10&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="194" height="209" /><br />
<strong>Pela senhora desafinada que canta atrás de mim na Igreja&#8230;</strong><br />
<strong>porque isso significa que posso ouvir! </strong><strong> </strong></p>
<p><img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.11&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="141" height="191" /><br />
<strong>Pela pilha de roupas para lavar e passar&#8230;</strong><br />
<strong>porque isso significa que tenho roupa para vestir!</strong></p>
<p><img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.12&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="234" height="208" /><br />
<strong>Pelo cansaço e músculos doloridos ao final do dia&#8230;</strong><br />
<strong>por que isso significa que fui capaz de dar duro o dia inteiro!</strong></p>
<p><img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.13&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="177" height="190" /><br />
<strong>Pelo alarme que desligo pela manhã&#8230;</strong><br />
<strong>porque isso significa que continuo vivo!</strong><br />
<img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.14&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="274" height="227" /><br />
<strong>E sou grato a Deus pelas pessoas que são meus colegas de trabalho&#8230; </strong><br />
<strong>porque tornam o trabalho mais interessante e divertido!</strong><br />
<strong> </strong><img src="https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;ik=e7e171e436&amp;view=att&amp;th=12ea2453fbceafbd&amp;attid=0.15&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" width="145" height="145" /><br />
<strong>E, finalmente, por receber e-mails demais&#8230; </strong><strong> </strong><br />
<strong>pois isso significa que um monte de amigos pensa em mim!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que está acontecendo na comunidade BrOffice?</title>
		<link>http://ruiogawa.net/blog/2011/02/11/o-que-esta-acontecendo-na-comunidade-broffice</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 03:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ogawa</dc:creator>
				<category><![CDATA[BrOffice]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas a comunidade Software Livre ficou meio sem entender o título deste post. O motivo foi a Carta pública à comunidade de software livre, publicada por Claudio Filho, fundador e presidente da ONG BrOffice.org. É importantíssimo que a comunidade SL compreenda o que está acontecendo, e assim como eu, o grande companheiro Paulo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas semanas a comunidade Software Livre ficou meio sem entender o título deste post. O motivo foi a<a href="http://www.broffice.org/blog/filhocf/carta_publica_a_comunidade_de_sl" target="_blank"> Carta pública à comunidade de software livre</a>, publicada por Claudio Filho, fundador e presidente da ONG BrOffice.org.</p>
<p>É importantíssimo que a comunidade SL compreenda o que está acontecendo, e assim como eu, o grande companheiro Paulo, do <a href="http://almalivre.wordpress.com/">http://almalivre.wordpress.com</a>, é colaborador da Revista BrOffice, cerne do conflito. Nós acompanhamos, juntamente com outros colegas, todo o desenrolar desse lamentável episódio. Reproduzo abaixo na íntegra, o texto do Paulo.</p>
<p><span id="more-100244"></span></p>
<p><em>Posted by stellarium em 09/02/2011</em></p>
<p><em>Em primeiro lugar, quero dizer que o que vou descrever abaixo é a minha visão e, não necessariamente, reflete o pensamento da comunidade ou dos demais envolvidos. É a minha visão dos fatos.</em></p>
<p><em>Há alguns dias, as comunidades de software livre observam com atenção, e com uma certa angústia, os acontecimentos que criaram um cisma na comunidade BrOffice. A própria comunidade está dividida entre os que estão no olho do furacão e os que estão tentando entender o que está acontecendo.</em></p>
<p><em>No olho do furacão estão o conselho da OSCIP BrOffice.org que se divide entre:</em></p>
<p><em>- Os que apóiam o presidente Cláudio Filho no resgate dos objetivos históricos da instituição, ou seja, servir de figura jurídica para a comunidade, assim como apoiá-la, buscando formas de financiar suas atividade.</em></p>
<p><em>- Os que apóiam um pequeno grupo de pessoas que decidiram que a OSCIP não existe para apoiar a comunidade, mas para comandá-la. Assim, a OSCIP se tornaria, digamos, uma empresa que representaria a TDF (The Document Foundation) no Brasil, à revelia da comunidade brasileira.</em></p>
<p><em>A comunidade BrOffice no Brasil é composta, basicamente, pelos Gubros – Grupos de Usuários do BrOffice e pelo pessoal que contribui em ações de marketing, em especial, a Revista BrOffice. Outros integrantes são alguns desenvolvedores que, de certa forma, contribuem mais no âmbito da TDF, do que localmente. A menor parte da comunidade é composta pelos integrantes da OSCIP, no entanto, algumas dessas pessoas concentraram um poder tal em suas mãos, que parecem estar acima da comunidade e de qualquer outra pessoa.</em></p>
<p><em>Há alguns meses, talvez um pouco mais de um ano, coisas estranhas começaram a acontecer. Eu sou voluntário como tradutor para a revista BrOffice e entrei para a comunidade em Novembro de 2009. Em um primeiro momento, parecia que tudo ia muito bem, a comunidade era ativa e muitos assuntos eram debatidos nas listas. Aí começaram a rarear as discussões. No início de 2010, o Cláudio nos incentivou a fazer uma Revista em Inglês, uma versão traduzida da edição nacional. Começamos a trabalhar timidamente, mas, conforme a reunião internacional ia se aproximando, começamos a trabalhar freneticamente para produzir uma edição em inglês para apresentar. E conseguimos. Três tradutores, dois revisores e dois diagramadores fizeram um trabalho que mereceu uma matéria na <a title="RB-14" href="http://revista.broffice.org/content/rb-14-brofficeorg-em-concursos-p%C3%BAblicos">edição 14</a>. após isso, queríamos reativar a ideia de traduzir as edições anteriores e eu e outro tradutor, Clóvis, começamos a trabalhar e conseguimos traduzir duas das primeiras edições. Mas, estranhamente, as pessoas que antes nos apoiavam começaram a sumir. E começamos a questionar o que estaria acontecendo. Começamos a questionar por que um trabalho voluntário estava sendo deliberadamente desincentivado, ou mesmo, desaconcelhado. passamos alguns meses questionando isso, sem resposta. Algo estava acontecendo, mas não sabíamos o que.</em></p>
<p><em>Logo após o acontecimento da reunião internacional, a TDF foi criada e muito alvoroço aconteceu, tirando nosso foco das coisas internas. Parecia que estávamos nos libertando de grilhões que nos amarravam há anos. Mas isso era apenas no âmbito internacional. Aqui dentro, coisas muito esquisitas estavam se delineando.</em></p>
<p><em>O fim do ano chegou e a lista da revista continuava parada. No final de Dezembro, a revista saiu quase sem troca de mensagens nas listas. Alguns pedidos de tradução, algumas chamadas para os diagramadores, sinceramente não reparei uma única chamada aos revisores. Mas posso estar errado.</em></p>
<p><em>Em Janeiro, de repente, começamos a ser solicitados a utilizar outras ferramentas que não as listas que estávamos acostumados a utilizar. Muitos dos trabalhos aconteciam paralelamente “em off”, via e-mails particulares, Google Docs e listas com domínios que não faziam parte dos domínios da OSCIP, nem da TDF, como www.revistabroffice.org. E a pulga começou a coçar na orelha de todo mundo.</em></p>
<p><em>Posso estar errado, mas uma das listas mais movimentadas é a da Revista BrOffice. E foi nessa lista que começamos a questionar várias coisas não muito bem explicadas, como por que coisas estavam acontecendo sem que ficássemos sabendo? Por que a comunidade estava sendo ignorada nas decisões? Por que iniciativas nossa estavam sendo, sistematicamente, abortadas? Por que as lideranças da comunidade não estavam se manifestando?</em></p>
<p><em>A gota d’água aconteceu quando ficamos sabendo que a OSCIP “decretou” que não haveria o Encontro Nacional do BrOffice – EnBrO – neste ano. A partir daí, várias coisas aconteceram.</em></p>
<p><em>Primeiro, nosso companheiro, Rui Ogawa, enviou um e-mail para a lista questionando isso, o que eu apoiei. Em seguida, o Luiz Heli, editor responsável pela revista, mandou um e-mail [1] de desabafo, informando a situação desconfortável na qual se encontrava, como funcionário pago pela OSCIP (coisa que quase ninguém sabia). A falta de manifestação do Cláudio, por questões pessoais, também ajudava a piorar a situação.</em></p>
<p><em>O bate boca tomou conta das listas e, em seguida o Sr. Olivier Hallot respondeu ao e-mail do Luiz com a seguinte posição [2], que foi respondida pelo Cláudio [3].</em></p>
<p><em>Como os links citados estão num domínio que não pertence à revista, à OSCIP, ou mesmo à comunidade, e pode ser apagado a qualquer momento, resolvi imprimir em arquivos PDF que podem ser acessados <a title="Mensagem 1" href="http://almalivre.files.wordpress.com/2011/02/revistabroffice_01.pdf" target="_blank">aqui</a>, <a title="mensagem 2" href="http://almalivre.files.wordpress.com/2011/02/revistabroffice_02.pdf" target="_blank">aqui</a> e <a title="mensagem 3" href="http://almalivre.files.wordpress.com/2011/02/revistabroffice_03.pdf" target="_blank">aqui</a>.</em></p>
<p><em>Aí comecei entender o tamanho da coisa e questionei ao Cláudio que me respondeu em [4].</em></p>
<p><em>Outros esclarecimentos foram dados em [5] e [6], assim como na carta Aberta à Comunidade do Software Livre [7], que o Cláudio escreveu. No entanto, como a grande maioria não estava a par do que estava acontecendo, a carta do Cláudio deu margem a inúmeras interpretações. Eu mesmo não estava muito consciente do tamanho da coisa, como vocês poderão ver nos comentários de [7]. O Otávio estava certo: o buraco era muito mais embaixo.</em></p>
<p><em>Após esses acontecimentos, e outros que não foram documentados, nós da comunidade, que participamos dessa discussão, decidimos, quase que por unanimidade, apoiar o Cláudio., E esperamos que o restante da comunidade nos ajude na luta para impedir que a comunidade BrOffice seja corporatizada. Nossa comunidade é uma das mais respeitadas no mundo e não podemos deixar que algumas pessoas, ligadas a interesses de algumas empresas, bem como movidas por interesses pessoais, vistam um poder que não lhes pertence. O único motivo para a existência da OSCIP é apoiar a comunidade. Quando membros do conselho da OSCIP, decidem por conta própria que a OSCIP não mais apoiará a comunidade, mas a utilizará como força de trabalho para seus próprios interesses, ela perde completamente a razão de existir. Nossa luta, agora, é para salvar a instituição, já que várias outras comunidades de software livre, utilizam recursos da OSCIP e podem ser seriamente afetadas. Em último caso, se os membros do conselho que estão promovendo essa atividade, para dizer o mínimo, escusa, não voltarem atrás e conseguirem seu objetivo de destituir o Cláudio da presidência da instituição, com o intuito de acabar com as resistências, nossa comunidade deve ter a coragem de não se submeter a essa violação.</em></p>
<p><em>Espero que os integrantes dos Gubros – Grupos de Usuários do BrOffice –  se manifestem e questionem à OSCIP o que está acontecendo. Postem nas listas regionais e questionem na lista do Grubo-br. Chamem o Cláudio para conversar, ele estará totalmente à disposição para esclarecer a situação, e não aceitem meias explicações de quem quer que seja. Vejam os fatos e vocês saberão quem está com a comunidade e quem está contra ela.</em></p>
<p><em>Eu cheguei aqui há um ano e pouco. Essa comunidade me recebeu de uma maneira muito acolhedora e amistosa. Aqui eu me sinto muito à vontade e é péssimo ver todo esse trabalho, duramente construído, ameaçado por pessoas que simplesmente não se importam com o todo. O que importa para elas é o dinheiro.</em></p>
<p><em>Pensem a respeito e tomem atitude.</em></p>
<p><em>[1] <a href="http://revistabroffice.org/pipermail/producao_revistabroffice.org/2011-February/000825.html">http://revistabroffice.org/pipermail/producao_revistabroffice.org/2011-February/000825.html</a></em></p>
<p><em>[2] <a href="http://revistabroffice.org/pipermail/producao_revistabroffice.org/2011-February/000829.html">http://revistabroffice.org/pipermail/producao_revistabroffice.org/2011-February/000829.html</a></em></p>
<p><em>[3] <a href="http://revistabroffice.org/pipermail/producao_revistabroffice.org/2011-February/000831.html">http://revistabroffice.org/pipermail/producao_revistabroffice.org/2011-February/000831.html</a></em></p>
<p><em>[4] <a href="http://listas.broffice.org/pipermail/revista-producao/2011-February/000054.html">http://listas.broffice.org/pipermail/revista-producao/2011-February/000054.html</a></em></p>
<p><em>[5] <a href="http://listas.broffice.org/pipermail/gubro-br/2011-February/000443.html">http://listas.broffice.org/pipermail/gubro-br/2011-February/000443.html</a></em></p>
<p><em>[6] <a href="http://listas.broffice.org/pipermail/gubro-br/2011-February/000484.html">http://listas.broffice.org/pipermail/gubro-br/2011-February/000484.html</a></em></p>
<p><em>[7] <a href="http://br-linux.org/2011/broffice-carta-publica-a-comunidade-de-software-livre/">http://br-linux.org/2011/broffice-carta-publica-a-comunidade-de-software-livre/</a></em></p>
<p>Fim do texto</p>
<p>Fonte: <a href="http://almalivre.wordpress.com/2011/02/09/o-que-esta-acontecendo-na-comunidade-broffice/">http://almalivre.wordpress.com/2011/02/09/o-que-esta-acontecendo-na-comunidade-broffice/</a></p>
<p>Bem, é isso aí pessoal. Espero sinceramente que as coisas se resolvam rapidamente e que vocês possam ter esclarecidos suas dúvidas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O LibreOffice chegou!!!</title>
		<link>http://ruiogawa.net/blog/2011/01/25/o-libreoffice-chegou</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 13:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ogawa</dc:creator>
				<category><![CDATA[BrOffice]]></category>
		<category><![CDATA[ODF]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira versão estável do pacote de programas de escritório livre está disponível para download. A The Document Foundation lança o LibreOffice 3.3, a primeira versão estável do pacote de programas para escritório livre desenvolvido pela comunidade. Em menos de quatro meses, o número de desenvolvedores trabalhando no LibreOffice cresceu de menos de vinte no final [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>A primeira versão estável do pacote de programas de escritório livre está <a href="http://pt-br.libreoffice.org/baixe-ja/">disponível para download.</a></h5>
<p>A The Document Foundation lança o LibreOffice 3.3, a primeira versão estável do pacote de programas para escritório livre desenvolvido pela comunidade. Em menos de quatro meses, o número de desenvolvedores trabalhando no LibreOffice cresceu de menos de vinte no final de Setembro de 2010, para bem mais de uma centena hoje. A chegada de novos colaboradores, vindos de toda parte do mundo, acelerou o processo, apesar da agressiva agenda definida para o projeto.</p>
<p>O LibreOffice 3.3 traz várias funcionalidades novas e originais, mas não é só isso; trata-se de uma conquista significativa por várias razões:</p>
<p>- a comunidade de desenvolvedores foi capaz de construir seu próprio processo de maneira independente, se estabelecer e começar a funcionar em um espaço de tempo muito curto (no que diz respeito ao tamanho do código básico e às fortes ambições do projeto);</p>
<p>- graças ao grande número de novas contribuições, através de desenvolvedores atraídos para o projeto, o código fonte sofreu uma limpeza rápida para oferecer uma base melhor para o futuro desenvolvimento do LibreOffice;</p>
<p>- o instalador do Windows, que atinge a maior e mais diversificada base de usuários, foi integrado numa única compilação contendo todos os idiomas, reduzindo, assim, o tamanho do arquivo de 75 para 11GB, tornando mais fácil para nós disponibilizar novas versões mais rapidamente e reduzindo a pegada de carbono de toda a infraestrutura.</p>
<p>Caolan McNamara da RedHat, um dos líderes da comunidade de desenvolvedores, disse: &#8220;Estamos animados: é nossa primeira versão estável, e portanto estamos ansiosos pelo retorno dos usuários, que será integrado tão logo seja possível, dentro do código, com as primeiras melhorias sendo liberadas em Fevereiro. A partir de Março, migraremos para uma agenda de versões baseada em tempo real, previsível transparente e pública, de acordo com o desejo do Comitê Gestor de Engenharia e com as solicitações dos usuários&#8221;. O roteiro de desenvolvimento do LibreOffice está disponível em: <a title="http://wiki.documentfoundation.org/ReleasePlan" href="http://wiki.documentfoundation.org/ReleasePlan">http://wiki.documentfoundation.org/ReleasePlan</a>.</p>
<p>O LibreOffice 3.3 traz várias funcionalidades exclusivas. As 10 mais populares entre os membros da comunidade são, não necessariamente nessa ordem: a capacidade de importar e manipular arquivos SVG; Facilidade para formatar páginas de título e a paginação no Writer; Uma ferramenta de navegação mais útil para o Writer; ergonomia melhorada no Calc para o gerenciamento de planilhas e células; e filtros de importação para documentos do Microsoft Works e do Lotus Word Pro. Além disso, várias ótimas extensões estão agora incorporadas, oferecendo importação de arquivos PDF, um painel de apresentação de slides, um assistente de relatório melhorado e muito mais. Uma lista mais completa e detalhada de todas as novas funcionalidades oferecidas pelo LibreOffice 3.3 está disponível na seguinte página da internet: <a title="http://www.libreoffice.org/download/new-features-and-fixes/" href="http://www.libreoffice.org/download/new-features-and-fixes/">http://www.libreoffice.org/download/new-features-and-fixes/</a>.</p>
<p>O LibreOffice 3.3 também oferece todas as novas funcionalidades do OpenOffice.org 3.3, tais como manipulação de novas propriedades personalizadas; incorporação de fontes PDF padrão em documentos PDF; nova fonte Liberation Narrow; proteção melhorada em documentos do Writer e do Calc; dígitos decimais automáticos para o formato &#8220;Geral&#8221; no Calc; 1 milhão de linhas em uma planilha; novas opções para a importação de arquivos CSV no Calc; inserção de objetos nas planilhas; rótulos hierárquicos para o eixo de rótulos nos gráficos; manipulação do layout dos slides melhorado no Impress; uma nova interface de impressão fácil de usar; mais opções para alteração de capitalização; e abas coloridas para as planilhas no Calc. Muitas dessas novas funcionalidades foram contribuições de membros da equipe do LibreOffice anteriores à formação da TDF.</p>
<p>Os desenvolvedores do LibreOffice se encontrarão na FOSDEM, em Bruxelas, em 5 e 6 de fevereiro, e apresentarão seus trabalhos em um workshop de um dia, em 6 de fevereiro, com palestras e seções de desenvolvimento de código coordenadas por vários membros do projeto.<br />
O site da TDF está em <a title="http://documentfoundation.org" href="http://documentfoundation.org/">http://documentfoundation.org</a>. O site do LibreOffice está em <a title="http://pt-br.libreoffice.org/" href="http://pt-br.libreoffice.org/">http://pt-br.libreoffice.org/</a>, onde a página de download foi redesenhada pela comunidade para ser mais amigável.</p>
<h5>Sobre a The Document Foundation</h5>
<p>A TDF tem a missão de facilitar a evolução da Comunidade do OOo em uma organização nova, aberta, independente, e meritocrática nos próximos meses. Uma Fundação Independente é um reflexo melhor dos valores dos nossos contribuidores, usuários e apoiadores, e permitirá uma comunidade mais efetiva, eficiente e transparente. A TDF protegerá os investimentos já feitos através do aproveitamento das conquistas da primeira década, incentivará a larga participação dentro da comunidade, e coordenará as atividades na comunidade.</p>
<h5>Contato com a TDF no Brasil</h5>
<p>Olivier Hallot (Brasil)<br />
Celular: +55 21 88228812 &#8211; E-mail: <a href="mailto:olivier.hallot@documentfoundation.org">olivier.hallot@documentfoundation.org</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://broffice.org/libreoffice_chegou">http://broffice.org/libreoffice_chegou</a></p>
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		<title>Novas listas do LibreOffice/BrOffice</title>
		<link>http://ruiogawa.net/blog/2011/01/20/novas-listas-do-libreofficebroffice</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 15:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ogawa</dc:creator>
				<category><![CDATA[BrOffice]]></category>
		<category><![CDATA[listas]]></category>

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		<description><![CDATA[Tive a felicidade de receber um e-mail enviado por Claudio Filho para várias listas de discussão do BrOffice, falando sobre as novas listas sob o domínio pt-br.libreoffice.org cujo conteúdo reproduzo abaixo. Olá Como todos devem saber, muitos voluntários do BrOffice trabalharam dentro destes 10 anos de projeto no Projeto OpenOffice.org(OOo) e pelos problemas de marca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tive a felicidade de receber um e-mail enviado por Claudio Filho para várias listas de discussão do BrOffice, falando sobre as novas listas sob o domínio pt-br.libreoffice.org cujo conteúdo reproduzo abaixo.</p>
<p><em>Olá</p>
<p>Como todos devem saber, muitos voluntários do BrOffice trabalharam dentro destes 10 anos de projeto no Projeto OpenOffice.org(OOo) e pelos problemas de marca no país, tivemos q assumir um nome diferenciado.</p>
<p>Com as revira-voltas do mercado, como a compra da Sun Microsystems pela Oracle, muitos de nós optaram por seguir para o projeto LibreOffice(LO), um fork (derivação) do OOo.</p>
<p>Por questão de princípios, não divulguei nada a respeito de LibreOffice nas listas que estão mantidas nos servidores do OOo, mantidas pela Oracle, até a criação das listas na estrutura do projeto LO.</p>
<p>E hoje, venho comunicar que as listas estão prontas e convidar aos interessados de tratar de BrOffice/LibreOffice, que queiram ajudar a comunidade e a fazer crescer ainda mais o projeto no país que se inscrevam nestas listas. Para mais informações:</p>
<p><a href="http://pt-br.libreoffice.org/suporte/listas-de-discussao/" target="_blank">http://pt-br.libreoffice.org/suporte/listas-de-discussao/</a></p>
<p>Atenciosamente<br />
Claudio</em></p>
<p>Bem, eu já me inscrevi. E você, está esperando o que?</p>
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		<title>TDF e LibreOffice na Campus Party</title>
		<link>http://ruiogawa.net/blog/2011/01/20/tdf-e-libreoffice-na-campus-party</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 15:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ogawa</dc:creator>
				<category><![CDATA[BrOffice]]></category>
		<category><![CDATA[campus_party]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a palestra ”The Document Foundation e BrOffice.org”, no palco Software Livre, realizada nesta quarta-feira, 19, Eliane Domingos, da Associação BrOffice.org e também responsável pelo projeto Revista BrOffice, explicou sobre as situações que levaram a criação da The Document Foundation (TDF) e seu impacto no software BrOffice e na comunidade. Os pressupostos históricos foram apresentados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.broffice.org/files/palestraCP2.JPG" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Com a palestra ”The Document Foundation e BrOffice.org”, no palco Software Livre, realizada nesta quarta-feira, 19, Eliane Domingos, da Associação BrOffice.org e também responsável pelo projeto Revista BrOffice, explicou sobre as situações que levaram a criação da The Document Foundation (TDF) e seu impacto no software BrOffice e na comunidade.</p>
<p>Os pressupostos históricos foram apresentados para o melhor entendimento da situação atual, desde o início quando a empresa Sun Microsystem abriu o código do StarOffice possibilitando o surgimento da comunidade OpenOffice.org. O que ninguém esperava, era que essa comunidade se tornasse tão grande e tão forte acelerando o desenvolvimento do código por desenvolvedores voluntários ao redor do mundo.</p>
<p>Aqui no Brasil, o OpenOffice.org foi lançado em 2003, mas por problemas de marca a comunidade acabou conhecida como BrOffice.org. Embora os desenvolvedores voluntários estivessem animados uma preocupação sempre rondava: a política de atribuição de direitos autorais. Ou seja, toda e qualquer colaboração teria que ser autorizada pela Sun. Mesmo assim o projeto continuou a crescer.</p>
<p>A partir do momento em que a Sun foi adquirida pela Oracle e esta passou a tomar atitudes hostis contra projetos open source, acabando com o projeto OpenSolaris, por exemplo, e dificultando muito o diálogo com a comunidade, estabeleceu-se o caos e a confusão generalizada. “A comunidade ficou com medo e os sinais em torno do que aconteceria com o OpenOffice.org eram confusos. Quando a Oracle lançou o ‘Oracle Open Office’, as pessoas ficaram com medo do programa passar a ser vendido, mudando as regras do jogo”, contou Eliane.</p>
<p>A reação foi o surgimento da The Document Foundation, um resgate do projeto inicial nascido na Sun Microsystem, mas que agora pretendia levar a sério os objetivos e metas desrespeitados pelas empresas que tinham a prerrogativa e o poder de decisão únicos. Tudo aconteceu muito rápido. Em 30 dias a TDF foi criada. A Oracle foi oficialmente convidada a fazer parte do novo projeto, mas discretamente, ela rejeitou a oferta. A TDF passou a administrar o desenvolvimento do novo software batizado de LibreOffice e o Brasil tem cadeira cativa no Comitê Gestor, através de Olivier Hallot, consultor de TI e diretor financeiro voluntário da BrOffice.org.</p>
<p>A nova postura da TDF fez com que desenvolvedores do OpenOffice.org optassem pelo LibreOffice. Vários países, empresas e organizações se juntaram em torno do desenvolvimento do LibreOffice. “Tivemos liberdade de codificar, testar e atuar no LibreOffice, que será a nova base do BrOffice no Brasil”, explicou Eliane.</p>
<p>No final da apresentação várias perguntas e propostas foram debatidas acerca da marca no Brasil, sobre extensões e dependências de software proprietário, como é o caso do Sun Java.</p>
<p>Contato TDF no Brasil:</p>
<p>Olivier Hallot:<br />
olivier.hallot(a)documentfoundation.org</p>
<p>Contato com a palestrante:</p>
<p>Eliane Domingos:<br />
elianedomingos(a)revistabroffice.org</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.broffice.org/tdf_libreoffice_campus_party">http://www.broffice.org/tdf_libreoffice_campus_party</a></p>
]]></content:encoded>
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