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Adobe abandona Flash para Linux

Tradução livre de http://www.omgubuntu.co.uk/2012/02/adobe-adandons-flash-on-linux/

A Adobe não vai mais oferecer novas versões do Flash Player para Linux após a versão 11.2, anunciou hoje a companhia.
O Google, ao contrário, assumirá a execução do Flash Player através de um novo plugin de uma API chamada “Pepper”.A combinação significa que os usuários Linux usando o navegador do Google Chrome ainda serão capazes de se beneficiar dos novos recursos do Flash Player e suas melhorias. O Google espera começar a entregar a nova versão do Flash Player baseada no “Pepper”  para o  Google Chrome no final deste ano.Em sua curta declaração, a Adobe escreve

“Para as versões do Flash Player após a 11,2, o plugin do Flash Player  para os navegadores para Linux estará disponível apenas através da API ”Pepper” como parte da distribuição do navegador Google Chrome e deixará de estar disponível como um download direto da Adobe.”

A Adobe não está abandonando completamente o barco. As atualizações de segurança para Flash Player 11,2 continuarão a ser fornecidas por cinco anos após seu lançamento.
Apimentado com ressalvas

Ainda que pareça tudo muito bem ao promover a API ”Pepper”, há uma ressalva evidente: o único navegador a usá-lo (no momento) é o Google Chrome.

Mozilla, a empresa por trás do Firefox, planeja adicionar a tecnologia para seu próprio navegador, e é improvável obter favores de outros browsers menores que não possuem os recursos de desenvolvimento para integrar o recurso.

Apesar do fato de que o “Pepper” será entregue em builds do Google Chrome para Windows e OS X a Adobe vai continuar a distribuir versões novas e melhoradas do Flash Player para essas duas plataformas na forma tradicional.

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Novidades do Asterisk 10 Beta 01

Tradução livre.

Fonte: http://blogs.digium.com/2011/07/22/asterisk-10-beta-1/

Na sequencia do anúncio de Kevin Fleming ontem que discute as mudanças no esquema de versionamento Asterisk, gostaríamos de anunciar formalmente que o Asterisk 10,Beta 1 já está disponível para testes para a comunidade. O Asterisk 10, um lançamento Standard, será a próxima versão do Asterisk e segue o lançamento doAsterisk 1,8 LTS, um lançamento LTS. Para mais informações sobre os diferentes versões do Asterisk, confira a página Versões do Asterisk na Wiki.

Vamos falar sobre algumas de suas novas capacidades.

Um dos pontos principais do ciclo de desenvolvimento Asterisk 10 foi o suporte do Asterisk para tipos de mídia. Em versões do 1,8 Asterisk e anteriores, o Asterisk suportou um número bastante limitado de codecs devido a algumas limitações de arquitetura. O encanamento foi arrancado, cozinhas foram remodeladas, vigas foram trocadas, e o Asterisk 10 agora tem uma arquitetura de mídia que é capaz de manipular um número quase ilimitado de codecs, assim como os codecs com parâmetros mais complexos. O que isso significa para os usuários?

Em primeiro lugar, isso significa que o Asterisk agora vem com alguns codecs adicionais, incluindo a variante 32kHz do codec Speex (versões anteriores do Asterisk só suportou a 8kHz ou 16kHz), o codec SILK Superwideband do Skype, e suporte para pass-through para as variantes de 44.1kHz e 48kHz  do formato CELT.

Leitores atentos irão notar que as versões anteriores do Asterisk só eram capazes de operar em amostragens de áudio  de 8kHz e 16kHz, e que os referidos recém-suportados codecs operam em outras taxas que estes. Você está absolutamente correto. A fim de suportar esses novos codecs, o Asterisk 10 também foi equipado com suporte para uma variedade de taxas de amostragem super e ultra-wideband, os quais são suportados como tipos de formato de arquivo para reprodução de arquivos ou gravação.

Uma das melhores maneiras de mostrar a maior capacidade de mídia é com uma aplicação de conferência totalmente nova. O Asterisk 10 apresenta uma aplicação de conferência totalmente funcional chamada ConfBridge. Leitores atentos irão notar  mais uma vez que o ConfBridge foi primeiramente disponibilizado na versão 1.6 do Asterisk. Mais uma vez você está correto.

Mas, o ConfBridge de outrora só foi capaz de operar a 8kHz (ou 16kHz com uma opção em tempo de compilação). O ConfBridge de hoje (Asterisk 10), suporta uma gama completa de taxas de amostragem (8, 12, 16, 24, 32, 44,1, 48, 96 e 192 kHz) para os seus participantes – ele seleciona automaticamente a melhor taxa de amostragem com base no codec nativo de cada participante. Além disso, o ConfBridge fornece muito mais controle sobre menus interativos (customizável numa base por-DTMF e por-Caller)  por-perfis de usuários, bem como a criação de dinâmica de conferências.

Falando de exibicionismo, que melhor maneira de “mostrar” a capacidade do que com algum vídeo? O ConfBridge do Asterisk 10 fornece suporte básico de vídeoconferência. É isso mesmo, se você e seus amigos têm dispositivos SIP com capacidade de vídeo, onde todos falam a mesmo codec de vídeo e perfil, você pode criar conferências de vídeo. O vídeo executado de cada participante segue um usuário marcado; um usuário escolhido por DTMF, ou o mais útil, um usuário que está atualmente conversando.

Além da melhoria das capacidades de voz e vídeo, o Asterisk 10 pode também melhorar sua experiência de fax. O Asterisk 1.4 é capaz de fazer pass-through em T.38, onde um endpoint com suporte a T.38 pode enviar um fax diretamente para outro terminal com suporte a T.38 – geralmente um par de equipamentos SIP.  O Asterisk 1.6.x e 1.8 são capazes de terminação T.38, onde o Asterisk pode ler / escrever arquivos TIFF de / para endpoints T.38. Agora, com o Asterisk 10, a transparência entre um dispositivo não -T.38 e T.38 é possível, com o seu suporte  de Gateway T.38 (também conhecido como Relay T.38).

Então, se você tiver uma placa Digium E1 na PSTN, agora você pode transmitir um fax diretamente a partir da PSTN à um dispositivo SIP T.38 habilitado, sem o passo intermediário “terminação” da conversão TIFF, necessário em versões anteriores do Asterisk . Ou, se você tem um provedor SIP com suporte a T.38, e um segundo provedor SIP sem esse suporte de T.38, você pode mediar entre os dois, novamente, sem qualquer passo “terminação” intermediário. Isso significa muito mais rapidez e mais confiabilidade nos fax no Asterisk 10.

O que precisamos da comunidade?

Testes, Testes e mais testes.

Além destas grandes características, o Asterisk 10 apresenta uma série de outras mudanças importantes, muitas das quais estão escondidas. Todas estas mudanças significam que há, provavelmente, (definitivamente) alguns pedaços quebrados que a Digium não encontrou. Assim, para encontrá-los, precisamos de sua ajuda. Por favor, relate quaisquer problemas que encontrar para o issue tracker.

Novamente, por favor, reporte qualquer problema (bugs, etc) que você encontrar para o Issue Tracker.

Também é útil ver os relatórios de testes bem sucedidos. Por favor, poste-os para a lista de discussão asterisk-dev. Ou, se você usa IRC, então entre no canal # asterisk-teste na rede Freenode para que possamos trabalhar juntos em testar muitas partes do Asterisk.
Como sempre, agradecemos a sua participação.

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Remastersys no LMDE

Tenho utilizado o Linux Mint Debian Edition (LMDE) há um bom tempo e estou satifeitíssimo com a estabilidade, desempenho e usabilidade. Tanto que estamos adotando-o como distro padrão no meu trabalho também. O fato dele ser um “rolling distro” baseada no Debian Testing foi o que mais pesou na decisão, afinal basta agora instalar uma única vez e ir atualizando.

Pois bem, peguei um computador para instalar todos os pacotes que vamos utilizar, baixar e instalar as atualizações e fazer as customizações necessárias. Depois seria só instalar o Remastersys e gerar uma nova imagem ISO, com tudo já atualizado e instalar nos demais computadores.

O que eu não sabia é que os repositórios para Debian do Remastersys são para Lenny ou Squeeze. Não existe repositório para Wheezy… Ao adicionar qualquer um desses dois e tentar instalar o Remastersys, ocorrem uma série de erros relativos aos pacotes live-config, live-boot, live-config-sysvinit e live-boot-initramfs-tools.

Depois muito garimpar na net atrás de resoluções para esse problema, encontrei esta thread falando sobre o assunto e informando os procedimentos.  O segredo é adicionar o repositório Stable, instalar e congelar esses quatro pacotes nessa versão antes de instalar o Remastersys.

O procedimento tanto pode ser feito no terminal quanto no Synaptic. Por questões de pressa, escolhi a segunda opção.

Abra o Synaptic, vá em [Configuração] > [Repositórios]. Clique na segunda aba [Other Software] e depois no botão [Adicionar].

01

Na pequena janela que surgir, insira a linha abaixo e clique em [Adicionar fonte].

deb http://ftp.br.debian.org/debian squeeze main contrib non-free

Adicione também o repositório para Debian Squeeze do Remastersys e em seguida feche a janela.

deb http://www.geekconnection.org/remastersys/repository squeeze/

02

Use a ferramenta de busca do Synaptic e procure, um por vez, pelos pacotes citados anteriormente. Para cada um que encontrar, efetue o seguinte procedimento:

Selecione o pacote no painel esquerdo do Synaptic, vá em [Pacote] > [Forçar versão] e na janela que aparecer, selecione a versão Stable.

03

Depois de instalá-los, faça a mesma busca novamente e congele-os nessa versão. Para isso basta selecionar o pacote, ir em [Pacote] > [Trancar versão]. Faça isso para cada um dos quatro pacotes.

Agora sim, podemos instalar o Remastersys normalmente pelo Synaptic ou pelo aptitude / apt-get.

 

 

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O Software é Livre, o trabalho não…

Você é médico? Alguém já te parou na rua, no supermercado, no corredor do seu trampo, dizendo assim…

- Sabe, to com uma dorzinha aqui. Começou do nada, aí veio pelo pescoço, se alastrou pelos ombros… Será que você podia dar uma olhadinha?

E você, caro advogado… Com certeza já te abordaram né?

- Olha, o lance é que o cara prometeu que ia pagar, mas não assinou nada. Mas eu to no direito né? Você poderia fazer um favorzinho?

E você, caro mecânico. Sai do cinema com a família e aquele camarada te aborda, gentilmente…

- Puts cara! Não tá pegando nem a pau! Velho, você sabe que só você mexe no meu carro né. Tem como dar uma mexidinha aí?

O legal é que tudo no diminutivo. Olhadinha, favorzinho, mexidinha…

Gente, na boa… o cara estudou, pagou caro (ou não, e isso não interessa) e essa é a sua profissão. Acredite, ele também tenta levar uma vida normal, sem ter que ficar pensando ou sendo forçado a pensar nas coisas do seu ofício quando não está na execução do mesmo.

Eu sou um profissional de TIC. Não é tic nervoso, ok? É Tecnologia da Informação e Comunicação. Chique? Não, é uma necessidade, é o que sei fazer e é o que gosto de fazer.

Mas saber fazer e gostar de fazer NÃO significa que eu faço de graça. Muito menos na rua, no mercado, na sala de espera do dentista e por aí vai…

Abandonei o curso de matemática na Unemat em 2004 (gratuito) para cursar Redes de Computadores (pago) na Unic. No meu caso, paguei caro SIM. Além disso soma-se as certificações, os cursos, congressos. Todos sabem que eu prego o livre conhecimento, mas por favor, não confundam LIVRE com GRATUITO.

Quando me refiro a livre, faço menção à liberdade, ao conhecimento aberto. Assistir o é gratuito, mas você considera isso conhecimento?

Além dos cursos que fiz, de onde vem meu conhecimento? De muita pesquisa e leitura! A Tecnologia da Informação é dinâmica, tanto que seu ciclo de defasagem é de cerca de 18 meses. Tem que ler muito mesmo…

- Ah Rui, mas você usa Software Livre e eu sei que você não paga por ele. Pago sim! Energia elétrica + Link de Internet + Provedor + Valor do meu notebook + CD-R + paciência para entender como tudo isso funciona.

Não tá afim de pagar? Entra no Google e se vira então… E agradeça por existir o Google! Quando comecei, não haviam mecanismos de indexação. A Intenet era o caos. Usávamos (com muito orgulho!) o navegador Netscape. Timidamente o Yahoo surgiu, depois Lycos, Altavista… A informação existia, mas procurá-la, organizá-la e digeri-la era terrível!

Para os saudosistas, olhem como eram algumas páginas no passado…

  • Yahoo em outubro de 1996
  • Lycos em outubro de 1996
  • Altavista em outubro de 1996
  • Google em novembro de 1998 – era um protótipo

Há um bom tempo que parei de fornecer suporte para o sistema? das janelas. O motivo é simples: é impossível fazer um bom serviço e dar garantias sobre um produto nem um pouco confiável. Eu tenho certeza absoluta que cedo ou tarde vai dar pau e o cara vai por a culpa em mim. Então, além de parar de usar drogas, não ofereço pra mais ninguém.

Aí começaram a aparecer pessoas interessadas em experimentar o Linux.

- Rui, instala o Linux pra mim? Claro, custa “tanto”.

- Ah, mas eu só queria testar! Ok, baixe um LIVE CD, grave e experimente!

Instalar e configurar finamente um SISTEMA OPERACIONAL LINUX é uma arte. Recentemente minha esposa encontrou o professor Fiorelo e este lhe disse que desde que eu instalei Linux pra ele, não precisou mais chamar o técnico. Detalhe, o técnico era eu.

Perdi um cliente? Claro que não! Eu o fidelizei, tenho certeza disso. Sempre que necessitar, solicitará meus préstimos. Da mesma forma cito o caso do professor Neto, que tem enormes dificuldades visuais, e o Linux está instalado tanto em seu desktop como no notebook. Faz mais de 3 anos que ele só usa Linux e está satisfeitíssimo!

O problema em nossa sociedade é a cultura do descartável. Não só de produtos, mas infelizmente de serviços. Pra que qualidade se posso fazer meia boca pra que ele chame novamente? Não fui criado assim. Cresci vendo meus pais, tios e avós priorizando a qualidade, mesmo que a um preço elevado. Vale a pena.

Tá, mas então porque me envolvo em projeto baseados no voluntariado, sem ganhar nada pra isso? Ganho sim! Experiência, conhecimento, divulgação, networking…

Acontece que o modelo de negócio do Software Livre não é o produto, é o serviço. Ou pode até ser o produto + serviço. Exemplo? Red Hat. Mesmo essa empresa compreende que o modelo de desenvolvimento distribuído e colaborativo é infinitamente superior ao modelo fechado. Tanto que ela apoia o projeto Fedora.

Quer entender melhor isso? Você pode pegar uma garrafa vazia, sair procurando uma mina d’água, enchê-la e voltar pra casa. De graça! Ou você pode ir no supermercado ao lado da sua casa e comprar água mineral. Pegou né?

Vamos analisar um cenário futuro e consequente. No dia 09/04/2011 Sinop será uma das sedes do FLISOL2011 – Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre. Pessoas virão com seus notebooks, desktops e terão Software Livre instalados em seus computadores. De graça! Quanto vamos ganhar com isso? Muitas experiências, fortalecimento do networking, e troca de conhecimento.

Mas esse será um evento voltado à popularização do Software Livre. É o “empurrão” que você precisava para começar a usar, sem ter medo de detonar sua máquina. Afinal, haverá uma legião de nerds dispostos a te ajudar. Mas lembre-se, será naquele dia.

Se você quiser ou necessitar de suporte adicional após o evento, há duas opções:

  1. Cadastre-se nas listas e fóruns de discussões – é gratuito, geralmente tem gente disposta a ajudar e a atmosfera é agradável. Mas lembre-se, ninguém lá terá a obrigação de te responder, pois não estão recebendo nada para isso. Portanto, seja educado.
  2. Pague pelo suporte – há várias pessoas que usam e dominam Software Livre e estão disposto a te ajudar mediante pagamento. É um modelo de negócio justo e não muito diferente do praticado pelos usuário de software fechado. Ou você nunca chama “o cara da informática” e paga pra ele dar um geral no seu PC que pegou vírus?

Bem, pra finalizar quero dizer que eu sou uma dessas pessoas. Dos dois tipos. As vezes ajudo nas listas e fórums, as vezes cobro por um suporte personalizado.

Então, se você me parar e perguntar na rua ou durante o meu trabalho (o que é pior) como que faz pro seu vídeo funcionar redondo no Linux, provavelmente vou sugerir que procure no Google. Agora, se me perguntar se posso prestar um serviço e resolver o seu problemas, direi que SIM e combinaremos data, horário e valor. E como dizem, o combinado não é caro.

Em tempo: Sobre perguntas durante o trabalho, isso daria outro post, mas vamos resumir. Sou funcionário público estadual, o que significa que são os impostos de cada cidadão matogrossense que pagam meu salário. E isso inclui você. Mas isso não lhe dá o direito de me importunar durante minha jornada de trabalho, querendo que eu resolva o seu problema e de graça…

Antes que comecem a me bater, não sou antipático. Sou sucinto…

 

Abraços galera!!

 

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Use a cabeça para escrever com eViacam e Dasher

As vezes eu me apanho pensando sobre as bençãos que nos são concedidas, mas que nem sempre nos damos conta e por muitas vezes esquecemos de agradecer a Deus por elas. Ontem mesmo, durante o culto, o Presbítero Guido pregava sobre o quão maravilhoso é o fato de termos braços, pernas, de podermos ir e vir, da capacidade de nos locomover e realizar tarefas básicas, como escrever usando o computador, por exemplo.

Mas além de pensar sobre o que temos, já me peguei pensando sobre como seria minha vida se eu não tivesse, ou de repente deixasse de ter essas coisas. E se eu sofresse um acidente e então não tivesse mais uma mão? Ou as duas mãos, os braços, as pernas… Certamente me sentiria muito incomodado, muito mais por, inevitavelmente causar incômodo a outras pessoas.

Fiquei pensando como seria utilizar um computador nessas condições. Bem, se você quiser apenas escrever textos e controlar minimamente o computador, é possível usar o Dragon NaturallySpeak da empresa Nuance (antigo ViaVoice, da IBM) por apenas U$599,00. Só que tem alguns problemas… Funciona somente com Windows, não há versão para Linux nem para MacOS. O outro problema é: e se eu ficasse mudo também? Ok, parece que estou exagerando, mas é algo que pode acontecer. Imagine sua vida se você ficasse tetraplégico e mudo. Aí quero ver usar o computador com um sistema de comandos de voz…

Entram em cena dois projetos espetaculares, ambos Softwares Livres. O primeiro deles é o Enable Viacam, mais conhecido como eViacam. Este projeto é desenvolvido na Catalunha e tem o apoio do Consorcio Fernando de los Ríos, da Secretaria de Telecomunicacions i societat de la informació e da Associació Provincial de Paràlisi Cerebral de Tarragona. (mais…)

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Xen com multi bridge e LVM

O propósito

Aqui demonstro como subir um ambiente virtualizado com Xen, utilizando um servidor com quatro interfaces de rede, sendo que cada interface estará conectada a cada máquina virtual. Essa abordagem garante maior segurança e desempenho. Além disso, as máquinas virtuais serão criadas em volumes virtuais, que podem ser redimensionados de acordo com a necessidade.

O hardware

Este é o servidor da universidade onde trabalho. Obviamente que as suas configurações podem ser diferentes. Não abordarei aqui a configuração de setup nem da RAID.

  • Dell PowerEdge 2900
  • 2 x Xeon E5410 2.33Ghz QuadCore 6MB Cache L2
  • 4GB RAM DDR2 FB-DIMM 667Mhz (2 x 2GB)
  • 1 dual Ethernet Broadcom NetXtreme II BCM5708 Gigabit Ethernet (onboard)
  • 1 dual Ethernet Intel 82571EB Gigabit Ethernet
  • 2 HD Dell SAS 73 GB 15K RPM em RAID1
  • 2 Fontes redundantes 930W

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Sincronizando N95, Evolution e Google

Ter agenda telefônica e de compromisso é muito prático e nos ajuda a organizar nosso dia a dia. Os problemas começam quando você tem a agenda do celular, a agenda do notebook e a agenda online. Como sincronizar tudo isso? Tudo depende do que você está utilizando, qual o sistema operacional, o modelo do celular e os plugins disponíveis. Felizmente uso Ubuntu, e existe o projeto SyncEvolution. Mão na massa!

(mais…)

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Botões do lado direito (não necessariamente o correto) no Ubuntu 10.04

Uma das grandes novidades do do novo Ubuntu 10.04 é a localização dos botões de controle de janelas ao lado esquerdo, ao invés do tradicional minimizar, restaurar e maximizar na direita. Os motivos da Canonical ainda não são bem claros, mas cogita-se a possibilidade de usar o lado direto para inserir novas funcionalidades, como workflow por exemplo. O fato é que nem todo mundo gostou e prefereria manter os botões lá do lado direito mesmo.

Navegando na lista de discussão Ubuntu-BR achei uma dica do Paulo Correia, publicada no Guia do PC, que resolve isso de modo muito simples. Abra um terminal como usuário comum mesmo, copie e cole o seguinte conteúdo e dê um enter.

gconftool-2 --set "/apps/metacity/general/button_layout" --type string ":minimize,maximize,close"

Automagicamente os botões já devem aparecer no lado direito.

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Instalando a extensão Presentation Minimizer no BrOffice.org para 64 bits

Uma das grandes vantagens do BrOffice.org sobre o concorrente é a possibilidade de você estender suas funcionalidades através de extensões. Uma grande variedade delas pode ser encontrada no repositório oficial do OpenOffice.org. Eu uso várias extensões, mas uma que considero muito útil é Presentation Minimizer. Abaixo segue uma tradução livre das funcionalidades dessa extensão.

“O Sun Presentation Minimizer é usado para reduzir o tamanho do arquivo da apresentação atual. As imagens serão comprimidas, e os dados que não são mais necessários serão removidos.
O Sun Presentation Minimizer pode otimizar a qualidade da imagem em relação ao seu tamanho. Apresentações feitas para a tela ou projetor não requerem a mesma qualidade como para apresentações feitas para impressão.
Os Object Linking and Embedding (OLE) são úteis durante a fase de concepção da apresentação, mas eles são até duas vezes o tamanho de uma imagem normal.
O Sun Presentation Minimizer pode substituir esses objetos OLE com imagens sem perda de qualidade. Além de reduzir o tamanho do arquivo, o Sun Presentation Minimizer pode remover anotações do orador e slides ocultos para que você não publique informações confidenciais por engano.
O assistente faz um resumo de todas as mudanças que serão feitas para a sua apresentação e mostra uma estimativa da redução do tamanho do arquivo.
Nota! O Sun Presentation Minimizer também trabalha em apresentações do Microsoft PowerPoint.”

O problema é que meu laptop é 64 bits e eu só encontrei a extensão para 32 bits no site. Bem, se eu utilizasse o OpenOffice.org que vem com o Ubuntu 10.04, seria muito simples. Bastaria digitar no console:

root@akai:~# aptitude install openoffice.org-presentation-minimizer

e a extensão já estaria instalada. Mas como, por várias questões (principalmente uso da marca), eu uso o BrOffice.org e não o OpenOffice.org, se eu der o comando acima, ele vai instalar o OpenOffice.org novamente, e isso eu não quero que aconteça.

A solução que encontrei é bem simples. Primeiro vamos baixar o pacote openoffice.org-presentation-minimizer sem instalá-lo. Para isso digite no seu terminal:

root@akai:~# aptitude download openoffice.org-presentation-minimizer

Abra o seu Nautilus e navegue até onde o arquivo foi salvo. Você encontrará um arquivo chamado

openoffice.org-presentation-minimizer_1.0+OOo3.2.0-7ubuntu4_amd64.deb

Clique com o botão direito e vá em “Extrair aqui”. Um diretório de mesmo nome será criado. Entre nele e você encontrará três arquivos, entre eles o data.tar.lzma

Mais uma vez, clique com o botão direito e “Extrair aqui”. Será descompactado um diretório chamado “usr”. Entre nele e navegue até o diretório “install”, seguindo essa sequência:

/usr/lib/openoffice/share/extension/install

Aí está a extensão

 sun-presentation-minimizer.oxt

pronta para ser instalada. Agora é só abrir o BrOffice.org, ir em Ferramentas>Gerenciador de extensões…>Adicionar e instalar.

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O GTD na prefeitura

Para quem não sabe, GTD significa Getting Things Done – Fazendo as coisas acontecerem. Você pode encontrar muito material de qualidade sobre isso no site Efetividade.net do Augusto Campos.

Após um mês de trabalho na Prefeitura de Sinop, algumas coisas ficaram bem claras pra mim:

  • Não há prioridade para nada;
  • Tudo é urgente;
  • Falta planejamento.

Adotei então algumas técnicas para que eu não seja tragado nesse redemoinho de pedidos de soluçṍes imediatas.

  • Comprei um mini modem 3G da Vivo, tirei o chip e o coloquei no meu Nokia N95. Assim, tenho internet o tempo todo no smartphone e ainda posso receber ligaçoes nele, desde que os DDD de origem sejam do mesmo degrau, ou seja, de 60 até 69. Para efetuar ligações, contratei uma operadora VoIP e configurei o cliente SIP nativo do N95.
  • Estou utilizando o Google Notebook como um sistema GTD adaptado. A visualização dele num smartphone é ótima! Eis um ótimo exemplo de uso no site Lifehacker.
  • Para tarefas imediatas, uso o Google Tarefas, que é integrado ao Google Calendar. Também é muito fácil visualizar e editar pelo N95. Ah, eu uso o navegador Opera Mini.
  • Deixei as camisetas em casa e só vou trabalhar com camisa que tenha pelo menos um bolso. Carrego o tempo todo uma folha A4  cortada e dobrada para formar um mini bloco e uma caneta. Tudo que lembro é anotado e depois replico no Google Tarefas. Dessa forma mantenho a mente livre para FAZER as coisas e não para LEMBRAR de fazer.
  • Estou adotando o sistema de 43 pastas para organização de papéis. Falta comprar os ítens necessários, mas já implantamos a solução no Gabinete no Vice-Prefeito.a
  • Mesmo para tarefas concluídas que não foram previamente cadastradas no Google Tarefas, eu as cadastro posteriormente, para ter um histórico de produtividade.
  • Vou compartilhar minha Agenda do Google com os parceiros estratégicos. Isso já está funcionando no Gabinete e melhorou muito a comunicação, evitando compromissos concorrentes.
  • Antes de dormir, deixo anotado todas as coisas que tenho que fazer no dia seguinte. Isso me garante uma noite de sono tranquila, sem pesadelos com tarefas não concluídas.
  • E claro, tenho ido pra cama muito mais cedo do que antes. O corpo e a mente agradecem.

Dúvidas, críticas e sugestões são bem vindas… ;-)

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