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Adobe abandona Flash para Linux

Tradução livre de http://www.omgubuntu.co.uk/2012/02/adobe-adandons-flash-on-linux/

A Adobe não vai mais oferecer novas versões do Flash Player para Linux após a versão 11.2, anunciou hoje a companhia.
O Google, ao contrário, assumirá a execução do Flash Player através de um novo plugin de uma API chamada “Pepper”.A combinação significa que os usuários Linux usando o navegador do Google Chrome ainda serão capazes de se beneficiar dos novos recursos do Flash Player e suas melhorias. O Google espera começar a entregar a nova versão do Flash Player baseada no “Pepper”  para o  Google Chrome no final deste ano.Em sua curta declaração, a Adobe escreve

“Para as versões do Flash Player após a 11,2, o plugin do Flash Player  para os navegadores para Linux estará disponível apenas através da API ”Pepper” como parte da distribuição do navegador Google Chrome e deixará de estar disponível como um download direto da Adobe.”

A Adobe não está abandonando completamente o barco. As atualizações de segurança para Flash Player 11,2 continuarão a ser fornecidas por cinco anos após seu lançamento.
Apimentado com ressalvas

Ainda que pareça tudo muito bem ao promover a API ”Pepper”, há uma ressalva evidente: o único navegador a usá-lo (no momento) é o Google Chrome.

Mozilla, a empresa por trás do Firefox, planeja adicionar a tecnologia para seu próprio navegador, e é improvável obter favores de outros browsers menores que não possuem os recursos de desenvolvimento para integrar o recurso.

Apesar do fato de que o “Pepper” será entregue em builds do Google Chrome para Windows e OS X a Adobe vai continuar a distribuir versões novas e melhoradas do Flash Player para essas duas plataformas na forma tradicional.

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Proposta de trabalho – Diretor Administrativo

Olá colegas! Bem, este post é bem diferente e especial, pois representa uma mudança significativa na minha carreira como trabalhador da educação superior. Estou concorrendo ao cargo de “DIRETOR DE UNIDADE REGIONALIZADA ADMINISTRATIVO” do Campus Universitário de Sinop.

Essencialmente, o trabalho do Diretor de Unidade Regionalizada Administrativo é promover e manter as condições necessárias para a boa execução dos trabalhos considerados “atividade meio” da Unemat. O fragmento a seguir foi retirado da Resolução 001/2010 do CONSUNI, que versa sobre o Estatuto da Unemat, especificamente sobre a atribuições do cargo.

Art. 82 O mandato do Diretor de Unidade Regionalizada Administrativo é de 02 (dois) anos, não se admitindo reeleição.

Art. 83 Ao Diretor de Unidade Regionalizada Administrativo compete:

I. Gerenciar o sistema patrimonial e de recursos humanos da Unidade Regional, de acordo com competências atribuídas em lei;

II. Coordenar e supervisionar a execução dos serviços administrativos e de infra-estrutura;

III. Diagnosticar as condições de formação de pessoal técnico e propor, às instâncias competentes, políticas de qualificação desse quadro;

IV. Adotar medidas essenciais à eficiência da Unidade Regional.

Parágrafo Único: As competências e atribuições das assessorias e supervisões vinculadas à Unidade Regional serão fixadas no Regimento Geral da UNEMAT.

Esta não é uma proposta fechada e contou com a colaboração de vários amigos em sua elaboração. Outras sugestões podem ser enviadas para ruiogawa@unemat.br.

 

Objetivos

A presente proposta de trabalho está centrada no planejamento, execução e acompanhamento das ações elencadas e das demais que eventualmente possam ser consideradas essenciais para as atividades fim, como o ensino, a pesquisa e a extensão, bem como para que seja possível a prática de uma gestão efetiva para a Unemat. Ou seja, dentro das possibilidades técnicas, humanas e financeiras, o trabalho será focado em identificar as ações que possam ser executadas imediatamente e as que necessitam de planejamento, para que então possa ser construído um cronograma que distribua as atribuições de acordo com as habilidades e responsabilidades de cada setor, otimizando o tempo, recurso financeiro, trabalho físico e intelectual, com o objetivo de concluir cada meta estabelecida.

Metas

(a ordem não está relacionada à prioridade de execução)

  • Otimização do espaço da Biblioteca com uma readequação do layout;

  • Discutir uma parceria para realizar a pintura interna e externa do Campus e serviços de paisagismo, proporcionando um ambiente mais agradável;

  • Instalação da rede elétrica com entrada em alta tensão para sanar problemas de sobrecarga;

  • Discutir com a terceirizada que administra o R.U. (Restaurante Universitário) uma forma de melhorar a prestação de serviços, objetivando a redução de custos para a comunidade acadêmica;

  • Providenciar de forma urgente uma reforma nos banheiros do Campus;

  • Discutir uma proposta de layout para as salas de aulas de forma a minimizar o problema de espaço, e/ou quantidade elevada de alunos;

  • Criar uma sinalização durável e eficiente, bem como uma descrição dos espaços físicos e setores da Universidade, visando a fácil localização para quem nos visita;

  • Incentivar a publicização e o acesso das informações do campus através da página WEB da Universidade;

  • Organizar o setor de protocolo para padronizar os trâmites, bem como os prazos dos documentos do Campus;

  • Criar uma estrutura de recepção para o Campus;

  • Procurar meios para garantir uma política de afastamento para qualificação Docente e de Técnicos, com garantia de bolsas de qualificação para os mesmos;

  • Aprimoramento ou substituição do mobiliário das salas de aulas, bem como das salas dos professores e das áreas de trabalho dos técnicos administrativos, utilizando mobiliário que considere questões de ergonomia e segurança do trabalho, que devem ter o acompanhamento da CIPA;

  • Climatização das salas de aula;

  • Garantir a segurança no Campus, melhorando o controle de acesso externo e interno, com melhor iluminação, sistema CFTV (Circuito Fechado de TV);

  • Viabilizar infraestrutura necessária (vestiários) para promover um programa contínuo de ginástica laboral, visando a prevenção contra stress, L.E.R., tendinites, etc. (ex: Viva bem Unemat);

  • Intermediar a homologação da comissão local da CIPA para que seus membros possam receber os treinamentos necessários relacionados à segurança do trabalho e prevenção de acidentes;

  • Realizar, em conjunto com a CIPA, alterações necessárias que venham garantir a acessibilidade e a mobilidade das pessoas com deficiências;

  • Procurar o Corpo de Bombeiros para realização de treinamento para prevenção e combate a incêndios;

  • Definir procedimentos e cronograma para manutenção preventiva dos veículos do Campus;

  • Construir acesso coberto interligando os blocos do Campus onde houver necessidade;

  • Implantar sitema de Gestão Eletrônica de Documentos – GED;

  • Viabilizar a construção de uma estrutura que atenda como garagem para os veículos do Campus, bem como depósito para equipamentos inutilizados e oficina de reparos simples;

  • Fomentar a utilização dos e-mails institucionais da Unemat;

  • Efetuar planejamento para troca de equipamentos de informática, manutenção periódica de salas de aula, lousa, carteiras, etc.;

  • Definir uma política de aquisição de materiais de reposição.

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André Gondin, um guerreiro!

Fui usuário do Ubuntu por um bom tempo e uma das coisas boas que fiz nesse período foi ter me cadastrado na lista de usuários Ubuntu-BR. Aprendi muita coisa lá, ajudei em algumas também. Mas me lembro  com muita clareza da dedicação e paciência do André, sempre disposto a ajudar os iniciantes, compartilhando seus conhecimentos. Foi com surpresa e tristeza que fiquei sabendo hoje de seu falecimento. Gostaria de compartilhar o post publicado no #SejaLivre, uma bonita homenagem ao guerreiro.

 

 

Morreu aos 24 anos um dos ícones do Software Livre no Brasil: André Gondin.

André era um dos líderes da tradução do Ubuntu para o Pt-BR e fazia parte do Conselho Ubuntu Brasil, além de escrever em diversos blogs de Linux e Software Livre.

Leia a matéria que Gleidson Lacerda escreveu sobre André Gondin abaixo:

 

“André Gondim, deixa esposa, pais, família, amigos, colegas, fãs. Lutou contra a fibrose cistica desde criança, deram 8 meses, 2 anos, 5 anos… aos 24 veio o transplante e ele sobreviveu (casou-se com Ana Luiza no mesmo ano).

Graduou-se, estava posgraduando. Trabalhou em empresas de primeira linha como UOL e Terra (até quebrou meu galho e tirou minhas férias na Gfarias). Deu cursos, palestras, militou no software livre. O Ubuntu, Gnome e tantos outros projetos devem muito das traduções e coordenação de equipe de André.

Deixou a certeza que existem milagres e eu pude conviver com um, embora breve foi o tempo. Lembro quando eu fui conhecer o namorado de AnaLu, sai de lá com um amigo de infância que você só conhece depois de adulto.

No hospital quando íamos visitá-lo durante alguma crise as pessoas deveriam dizer “que amigos insensíveis que ficam fazendo farra, rindo e se divertindo no apartamento do hospital”. Era ele que fazia a bagunça, sorria com os dentes trincados de dor, mas não murmurava, reclamava ou se desesperava. Contava piada e aliviava a preocupação dos que amavam ele… e como era impossível não amar.

Alguns dias depois do transplante, usando uma conexão 3G e o notebook ele escreveu no seu blog “sudo aptitude vida nova”. No texto ele escreveu: “fui entregue então a Jesus duas vezes, uma porque o nome do melhor cirurgião é José Jesus Camargo e o outro é o filho do Pai”. Como brinquei com ele sobre isso “Jesus é o Roteador, o IP e o TTL e ninguém vai ao Servidor senão por Ele”.

Estrelas também morrem e André morreu. Partiu para a Vida após a vida, essa ponte desconhecida, certa e próxima a qualquer um de nós. O que mais me impressiona quando penso em DD é que não era medo da morte, era amor pela vida que fazia ele batalhar e luta sem descanso. Quando conheceu AnaLu eu testemunhei outro milagre, amor verdadeiro. Quantas poesias à Lua a lua testemunhou?

Estrelas morrem, algumas se dispersam e deixam apenas uma super anã ou gravitam em si mesmas e são buracos negros. Mas estrelas com massa impensável como André foi, morrem para gerar novidade no universo. A supernova decorrente de sua morte ainda gerará várias outras estrelas em outras nuvens interestelares.

Como disse Jesus, a quem André se entregou duplamente, “Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.”

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Novidades do Asterisk 10 Beta 01

Tradução livre.

Fonte: http://blogs.digium.com/2011/07/22/asterisk-10-beta-1/

Na sequencia do anúncio de Kevin Fleming ontem que discute as mudanças no esquema de versionamento Asterisk, gostaríamos de anunciar formalmente que o Asterisk 10,Beta 1 já está disponível para testes para a comunidade. O Asterisk 10, um lançamento Standard, será a próxima versão do Asterisk e segue o lançamento doAsterisk 1,8 LTS, um lançamento LTS. Para mais informações sobre os diferentes versões do Asterisk, confira a página Versões do Asterisk na Wiki.

Vamos falar sobre algumas de suas novas capacidades.

Um dos pontos principais do ciclo de desenvolvimento Asterisk 10 foi o suporte do Asterisk para tipos de mídia. Em versões do 1,8 Asterisk e anteriores, o Asterisk suportou um número bastante limitado de codecs devido a algumas limitações de arquitetura. O encanamento foi arrancado, cozinhas foram remodeladas, vigas foram trocadas, e o Asterisk 10 agora tem uma arquitetura de mídia que é capaz de manipular um número quase ilimitado de codecs, assim como os codecs com parâmetros mais complexos. O que isso significa para os usuários?

Em primeiro lugar, isso significa que o Asterisk agora vem com alguns codecs adicionais, incluindo a variante 32kHz do codec Speex (versões anteriores do Asterisk só suportou a 8kHz ou 16kHz), o codec SILK Superwideband do Skype, e suporte para pass-through para as variantes de 44.1kHz e 48kHz  do formato CELT.

Leitores atentos irão notar que as versões anteriores do Asterisk só eram capazes de operar em amostragens de áudio  de 8kHz e 16kHz, e que os referidos recém-suportados codecs operam em outras taxas que estes. Você está absolutamente correto. A fim de suportar esses novos codecs, o Asterisk 10 também foi equipado com suporte para uma variedade de taxas de amostragem super e ultra-wideband, os quais são suportados como tipos de formato de arquivo para reprodução de arquivos ou gravação.

Uma das melhores maneiras de mostrar a maior capacidade de mídia é com uma aplicação de conferência totalmente nova. O Asterisk 10 apresenta uma aplicação de conferência totalmente funcional chamada ConfBridge. Leitores atentos irão notar  mais uma vez que o ConfBridge foi primeiramente disponibilizado na versão 1.6 do Asterisk. Mais uma vez você está correto.

Mas, o ConfBridge de outrora só foi capaz de operar a 8kHz (ou 16kHz com uma opção em tempo de compilação). O ConfBridge de hoje (Asterisk 10), suporta uma gama completa de taxas de amostragem (8, 12, 16, 24, 32, 44,1, 48, 96 e 192 kHz) para os seus participantes – ele seleciona automaticamente a melhor taxa de amostragem com base no codec nativo de cada participante. Além disso, o ConfBridge fornece muito mais controle sobre menus interativos (customizável numa base por-DTMF e por-Caller)  por-perfis de usuários, bem como a criação de dinâmica de conferências.

Falando de exibicionismo, que melhor maneira de “mostrar” a capacidade do que com algum vídeo? O ConfBridge do Asterisk 10 fornece suporte básico de vídeoconferência. É isso mesmo, se você e seus amigos têm dispositivos SIP com capacidade de vídeo, onde todos falam a mesmo codec de vídeo e perfil, você pode criar conferências de vídeo. O vídeo executado de cada participante segue um usuário marcado; um usuário escolhido por DTMF, ou o mais útil, um usuário que está atualmente conversando.

Além da melhoria das capacidades de voz e vídeo, o Asterisk 10 pode também melhorar sua experiência de fax. O Asterisk 1.4 é capaz de fazer pass-through em T.38, onde um endpoint com suporte a T.38 pode enviar um fax diretamente para outro terminal com suporte a T.38 – geralmente um par de equipamentos SIP.  O Asterisk 1.6.x e 1.8 são capazes de terminação T.38, onde o Asterisk pode ler / escrever arquivos TIFF de / para endpoints T.38. Agora, com o Asterisk 10, a transparência entre um dispositivo não -T.38 e T.38 é possível, com o seu suporte  de Gateway T.38 (também conhecido como Relay T.38).

Então, se você tiver uma placa Digium E1 na PSTN, agora você pode transmitir um fax diretamente a partir da PSTN à um dispositivo SIP T.38 habilitado, sem o passo intermediário “terminação” da conversão TIFF, necessário em versões anteriores do Asterisk . Ou, se você tem um provedor SIP com suporte a T.38, e um segundo provedor SIP sem esse suporte de T.38, você pode mediar entre os dois, novamente, sem qualquer passo “terminação” intermediário. Isso significa muito mais rapidez e mais confiabilidade nos fax no Asterisk 10.

O que precisamos da comunidade?

Testes, Testes e mais testes.

Além destas grandes características, o Asterisk 10 apresenta uma série de outras mudanças importantes, muitas das quais estão escondidas. Todas estas mudanças significam que há, provavelmente, (definitivamente) alguns pedaços quebrados que a Digium não encontrou. Assim, para encontrá-los, precisamos de sua ajuda. Por favor, relate quaisquer problemas que encontrar para o issue tracker.

Novamente, por favor, reporte qualquer problema (bugs, etc) que você encontrar para o Issue Tracker.

Também é útil ver os relatórios de testes bem sucedidos. Por favor, poste-os para a lista de discussão asterisk-dev. Ou, se você usa IRC, então entre no canal # asterisk-teste na rede Freenode para que possamos trabalhar juntos em testar muitas partes do Asterisk.
Como sempre, agradecemos a sua participação.

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Remastersys no LMDE

Tenho utilizado o Linux Mint Debian Edition (LMDE) há um bom tempo e estou satifeitíssimo com a estabilidade, desempenho e usabilidade. Tanto que estamos adotando-o como distro padrão no meu trabalho também. O fato dele ser um “rolling distro” baseada no Debian Testing foi o que mais pesou na decisão, afinal basta agora instalar uma única vez e ir atualizando.

Pois bem, peguei um computador para instalar todos os pacotes que vamos utilizar, baixar e instalar as atualizações e fazer as customizações necessárias. Depois seria só instalar o Remastersys e gerar uma nova imagem ISO, com tudo já atualizado e instalar nos demais computadores.

O que eu não sabia é que os repositórios para Debian do Remastersys são para Lenny ou Squeeze. Não existe repositório para Wheezy… Ao adicionar qualquer um desses dois e tentar instalar o Remastersys, ocorrem uma série de erros relativos aos pacotes live-config, live-boot, live-config-sysvinit e live-boot-initramfs-tools.

Depois muito garimpar na net atrás de resoluções para esse problema, encontrei esta thread falando sobre o assunto e informando os procedimentos.  O segredo é adicionar o repositório Stable, instalar e congelar esses quatro pacotes nessa versão antes de instalar o Remastersys.

O procedimento tanto pode ser feito no terminal quanto no Synaptic. Por questões de pressa, escolhi a segunda opção.

Abra o Synaptic, vá em [Configuração] > [Repositórios]. Clique na segunda aba [Other Software] e depois no botão [Adicionar].

01

Na pequena janela que surgir, insira a linha abaixo e clique em [Adicionar fonte].

deb http://ftp.br.debian.org/debian squeeze main contrib non-free

Adicione também o repositório para Debian Squeeze do Remastersys e em seguida feche a janela.

deb http://www.geekconnection.org/remastersys/repository squeeze/

02

Use a ferramenta de busca do Synaptic e procure, um por vez, pelos pacotes citados anteriormente. Para cada um que encontrar, efetue o seguinte procedimento:

Selecione o pacote no painel esquerdo do Synaptic, vá em [Pacote] > [Forçar versão] e na janela que aparecer, selecione a versão Stable.

03

Depois de instalá-los, faça a mesma busca novamente e congele-os nessa versão. Para isso basta selecionar o pacote, ir em [Pacote] > [Trancar versão]. Faça isso para cada um dos quatro pacotes.

Agora sim, podemos instalar o Remastersys normalmente pelo Synaptic ou pelo aptitude / apt-get.

 

 

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O Software é Livre, o trabalho não…

Você é médico? Alguém já te parou na rua, no supermercado, no corredor do seu trampo, dizendo assim…

- Sabe, to com uma dorzinha aqui. Começou do nada, aí veio pelo pescoço, se alastrou pelos ombros… Será que você podia dar uma olhadinha?

E você, caro advogado… Com certeza já te abordaram né?

- Olha, o lance é que o cara prometeu que ia pagar, mas não assinou nada. Mas eu to no direito né? Você poderia fazer um favorzinho?

E você, caro mecânico. Sai do cinema com a família e aquele camarada te aborda, gentilmente…

- Puts cara! Não tá pegando nem a pau! Velho, você sabe que só você mexe no meu carro né. Tem como dar uma mexidinha aí?

O legal é que tudo no diminutivo. Olhadinha, favorzinho, mexidinha…

Gente, na boa… o cara estudou, pagou caro (ou não, e isso não interessa) e essa é a sua profissão. Acredite, ele também tenta levar uma vida normal, sem ter que ficar pensando ou sendo forçado a pensar nas coisas do seu ofício quando não está na execução do mesmo.

Eu sou um profissional de TIC. Não é tic nervoso, ok? É Tecnologia da Informação e Comunicação. Chique? Não, é uma necessidade, é o que sei fazer e é o que gosto de fazer.

Mas saber fazer e gostar de fazer NÃO significa que eu faço de graça. Muito menos na rua, no mercado, na sala de espera do dentista e por aí vai…

Abandonei o curso de matemática na Unemat em 2004 (gratuito) para cursar Redes de Computadores (pago) na Unic. No meu caso, paguei caro SIM. Além disso soma-se as certificações, os cursos, congressos. Todos sabem que eu prego o livre conhecimento, mas por favor, não confundam LIVRE com GRATUITO.

Quando me refiro a livre, faço menção à liberdade, ao conhecimento aberto. Assistir o é gratuito, mas você considera isso conhecimento?

Além dos cursos que fiz, de onde vem meu conhecimento? De muita pesquisa e leitura! A Tecnologia da Informação é dinâmica, tanto que seu ciclo de defasagem é de cerca de 18 meses. Tem que ler muito mesmo…

- Ah Rui, mas você usa Software Livre e eu sei que você não paga por ele. Pago sim! Energia elétrica + Link de Internet + Provedor + Valor do meu notebook + CD-R + paciência para entender como tudo isso funciona.

Não tá afim de pagar? Entra no Google e se vira então… E agradeça por existir o Google! Quando comecei, não haviam mecanismos de indexação. A Intenet era o caos. Usávamos (com muito orgulho!) o navegador Netscape. Timidamente o Yahoo surgiu, depois Lycos, Altavista… A informação existia, mas procurá-la, organizá-la e digeri-la era terrível!

Para os saudosistas, olhem como eram algumas páginas no passado…

  • Yahoo em outubro de 1996
  • Lycos em outubro de 1996
  • Altavista em outubro de 1996
  • Google em novembro de 1998 – era um protótipo

Há um bom tempo que parei de fornecer suporte para o sistema? das janelas. O motivo é simples: é impossível fazer um bom serviço e dar garantias sobre um produto nem um pouco confiável. Eu tenho certeza absoluta que cedo ou tarde vai dar pau e o cara vai por a culpa em mim. Então, além de parar de usar drogas, não ofereço pra mais ninguém.

Aí começaram a aparecer pessoas interessadas em experimentar o Linux.

- Rui, instala o Linux pra mim? Claro, custa “tanto”.

- Ah, mas eu só queria testar! Ok, baixe um LIVE CD, grave e experimente!

Instalar e configurar finamente um SISTEMA OPERACIONAL LINUX é uma arte. Recentemente minha esposa encontrou o professor Fiorelo e este lhe disse que desde que eu instalei Linux pra ele, não precisou mais chamar o técnico. Detalhe, o técnico era eu.

Perdi um cliente? Claro que não! Eu o fidelizei, tenho certeza disso. Sempre que necessitar, solicitará meus préstimos. Da mesma forma cito o caso do professor Neto, que tem enormes dificuldades visuais, e o Linux está instalado tanto em seu desktop como no notebook. Faz mais de 3 anos que ele só usa Linux e está satisfeitíssimo!

O problema em nossa sociedade é a cultura do descartável. Não só de produtos, mas infelizmente de serviços. Pra que qualidade se posso fazer meia boca pra que ele chame novamente? Não fui criado assim. Cresci vendo meus pais, tios e avós priorizando a qualidade, mesmo que a um preço elevado. Vale a pena.

Tá, mas então porque me envolvo em projeto baseados no voluntariado, sem ganhar nada pra isso? Ganho sim! Experiência, conhecimento, divulgação, networking…

Acontece que o modelo de negócio do Software Livre não é o produto, é o serviço. Ou pode até ser o produto + serviço. Exemplo? Red Hat. Mesmo essa empresa compreende que o modelo de desenvolvimento distribuído e colaborativo é infinitamente superior ao modelo fechado. Tanto que ela apoia o projeto Fedora.

Quer entender melhor isso? Você pode pegar uma garrafa vazia, sair procurando uma mina d’água, enchê-la e voltar pra casa. De graça! Ou você pode ir no supermercado ao lado da sua casa e comprar água mineral. Pegou né?

Vamos analisar um cenário futuro e consequente. No dia 09/04/2011 Sinop será uma das sedes do FLISOL2011 – Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre. Pessoas virão com seus notebooks, desktops e terão Software Livre instalados em seus computadores. De graça! Quanto vamos ganhar com isso? Muitas experiências, fortalecimento do networking, e troca de conhecimento.

Mas esse será um evento voltado à popularização do Software Livre. É o “empurrão” que você precisava para começar a usar, sem ter medo de detonar sua máquina. Afinal, haverá uma legião de nerds dispostos a te ajudar. Mas lembre-se, será naquele dia.

Se você quiser ou necessitar de suporte adicional após o evento, há duas opções:

  1. Cadastre-se nas listas e fóruns de discussões – é gratuito, geralmente tem gente disposta a ajudar e a atmosfera é agradável. Mas lembre-se, ninguém lá terá a obrigação de te responder, pois não estão recebendo nada para isso. Portanto, seja educado.
  2. Pague pelo suporte – há várias pessoas que usam e dominam Software Livre e estão disposto a te ajudar mediante pagamento. É um modelo de negócio justo e não muito diferente do praticado pelos usuário de software fechado. Ou você nunca chama “o cara da informática” e paga pra ele dar um geral no seu PC que pegou vírus?

Bem, pra finalizar quero dizer que eu sou uma dessas pessoas. Dos dois tipos. As vezes ajudo nas listas e fórums, as vezes cobro por um suporte personalizado.

Então, se você me parar e perguntar na rua ou durante o meu trabalho (o que é pior) como que faz pro seu vídeo funcionar redondo no Linux, provavelmente vou sugerir que procure no Google. Agora, se me perguntar se posso prestar um serviço e resolver o seu problemas, direi que SIM e combinaremos data, horário e valor. E como dizem, o combinado não é caro.

Em tempo: Sobre perguntas durante o trabalho, isso daria outro post, mas vamos resumir. Sou funcionário público estadual, o que significa que são os impostos de cada cidadão matogrossense que pagam meu salário. E isso inclui você. Mas isso não lhe dá o direito de me importunar durante minha jornada de trabalho, querendo que eu resolva o seu problema e de graça…

Antes que comecem a me bater, não sou antipático. Sou sucinto…

 

Abraços galera!!

 

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Emails demais? Seja grato!

Confesso. Sou um cara meio chato quando se trata de emails não solicitados. Normalmente os filtros do Gmail já se encarregam de mandá-los direto para a caixa de Spam. Aliás, é um absurdo necessitar ter um caixa de Spam, não acham?

Raramente recebo alguma coisa que é interessante ou (realmente) engraçada. Hoje eu recebi essa. Gostei!

Sou grato a Deus…

Por minha mulher…
por ela dizer que teremos cachorro-quente ao jantar, porque ela está em casa comigo!

Por meu marido…
por ele estar esparramado no sofá como um purê de batata,  porque ele está comigo!

Pela adolescente lá de casa…
que está reclamando por ter que lavar a louça,  porque isso significa que está em casa, e não nas ruas!


Pelas broncas do chefe…
pois isto significa que estou empregado!


Pela bagunça que restou depois da festa…
porque isto significa que estive rodeado de amigos!

Pelas roupas que estão ficando apertadas…
porque isso significa que tenho mais que o suficiente para comer!

Pela minha sombra que me observa em ação…
porque isso significa que estou fora, ao sol!


Pela grama que precisa ser cortada, pelas janelas que precisam ser limpas  e pelas calhas que preciso consertar…
Porque isso significa que tenho uma casa!

Pela vaga que achei bem no final do estacionamento…
porque isso significa que posso caminhar e que tenho meio de transporte!

Pela conta monstruosa de energia que pago…
porque isso significa que estou sempre confortável!

Pela senhora desafinada que canta atrás de mim na Igreja…
porque isso significa que posso ouvir!


Pela pilha de roupas para lavar e passar…
porque isso significa que tenho roupa para vestir!


Pelo cansaço e músculos doloridos ao final do dia…
por que isso significa que fui capaz de dar duro o dia inteiro!


Pelo alarme que desligo pela manhã…
porque isso significa que continuo vivo!

E sou grato a Deus pelas pessoas que são meus colegas de trabalho…
porque tornam o trabalho mais interessante e divertido!

E, finalmente, por receber e-mails demais…
pois isso significa que um monte de amigos pensa em mim!

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O que está acontecendo na comunidade BrOffice?

Nas últimas semanas a comunidade Software Livre ficou meio sem entender o título deste post. O motivo foi a Carta pública à comunidade de software livre, publicada por Claudio Filho, fundador e presidente da ONG BrOffice.org.

É importantíssimo que a comunidade SL compreenda o que está acontecendo, e assim como eu, o grande companheiro Paulo, do http://almalivre.wordpress.com, é colaborador da Revista BrOffice, cerne do conflito. Nós acompanhamos, juntamente com outros colegas, todo o desenrolar desse lamentável episódio. Reproduzo abaixo na íntegra, o texto do Paulo.

(mais…)

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O LibreOffice chegou!!!

A primeira versão estável do pacote de programas de escritório livre está disponível para download.

A The Document Foundation lança o LibreOffice 3.3, a primeira versão estável do pacote de programas para escritório livre desenvolvido pela comunidade. Em menos de quatro meses, o número de desenvolvedores trabalhando no LibreOffice cresceu de menos de vinte no final de Setembro de 2010, para bem mais de uma centena hoje. A chegada de novos colaboradores, vindos de toda parte do mundo, acelerou o processo, apesar da agressiva agenda definida para o projeto.

O LibreOffice 3.3 traz várias funcionalidades novas e originais, mas não é só isso; trata-se de uma conquista significativa por várias razões:

- a comunidade de desenvolvedores foi capaz de construir seu próprio processo de maneira independente, se estabelecer e começar a funcionar em um espaço de tempo muito curto (no que diz respeito ao tamanho do código básico e às fortes ambições do projeto);

- graças ao grande número de novas contribuições, através de desenvolvedores atraídos para o projeto, o código fonte sofreu uma limpeza rápida para oferecer uma base melhor para o futuro desenvolvimento do LibreOffice;

- o instalador do Windows, que atinge a maior e mais diversificada base de usuários, foi integrado numa única compilação contendo todos os idiomas, reduzindo, assim, o tamanho do arquivo de 75 para 11GB, tornando mais fácil para nós disponibilizar novas versões mais rapidamente e reduzindo a pegada de carbono de toda a infraestrutura.

Caolan McNamara da RedHat, um dos líderes da comunidade de desenvolvedores, disse: “Estamos animados: é nossa primeira versão estável, e portanto estamos ansiosos pelo retorno dos usuários, que será integrado tão logo seja possível, dentro do código, com as primeiras melhorias sendo liberadas em Fevereiro. A partir de Março, migraremos para uma agenda de versões baseada em tempo real, previsível transparente e pública, de acordo com o desejo do Comitê Gestor de Engenharia e com as solicitações dos usuários”. O roteiro de desenvolvimento do LibreOffice está disponível em: http://wiki.documentfoundation.org/ReleasePlan.

O LibreOffice 3.3 traz várias funcionalidades exclusivas. As 10 mais populares entre os membros da comunidade são, não necessariamente nessa ordem: a capacidade de importar e manipular arquivos SVG; Facilidade para formatar páginas de título e a paginação no Writer; Uma ferramenta de navegação mais útil para o Writer; ergonomia melhorada no Calc para o gerenciamento de planilhas e células; e filtros de importação para documentos do Microsoft Works e do Lotus Word Pro. Além disso, várias ótimas extensões estão agora incorporadas, oferecendo importação de arquivos PDF, um painel de apresentação de slides, um assistente de relatório melhorado e muito mais. Uma lista mais completa e detalhada de todas as novas funcionalidades oferecidas pelo LibreOffice 3.3 está disponível na seguinte página da internet: http://www.libreoffice.org/download/new-features-and-fixes/.

O LibreOffice 3.3 também oferece todas as novas funcionalidades do OpenOffice.org 3.3, tais como manipulação de novas propriedades personalizadas; incorporação de fontes PDF padrão em documentos PDF; nova fonte Liberation Narrow; proteção melhorada em documentos do Writer e do Calc; dígitos decimais automáticos para o formato “Geral” no Calc; 1 milhão de linhas em uma planilha; novas opções para a importação de arquivos CSV no Calc; inserção de objetos nas planilhas; rótulos hierárquicos para o eixo de rótulos nos gráficos; manipulação do layout dos slides melhorado no Impress; uma nova interface de impressão fácil de usar; mais opções para alteração de capitalização; e abas coloridas para as planilhas no Calc. Muitas dessas novas funcionalidades foram contribuições de membros da equipe do LibreOffice anteriores à formação da TDF.

Os desenvolvedores do LibreOffice se encontrarão na FOSDEM, em Bruxelas, em 5 e 6 de fevereiro, e apresentarão seus trabalhos em um workshop de um dia, em 6 de fevereiro, com palestras e seções de desenvolvimento de código coordenadas por vários membros do projeto.
O site da TDF está em http://documentfoundation.org. O site do LibreOffice está em http://pt-br.libreoffice.org/, onde a página de download foi redesenhada pela comunidade para ser mais amigável.

Sobre a The Document Foundation

A TDF tem a missão de facilitar a evolução da Comunidade do OOo em uma organização nova, aberta, independente, e meritocrática nos próximos meses. Uma Fundação Independente é um reflexo melhor dos valores dos nossos contribuidores, usuários e apoiadores, e permitirá uma comunidade mais efetiva, eficiente e transparente. A TDF protegerá os investimentos já feitos através do aproveitamento das conquistas da primeira década, incentivará a larga participação dentro da comunidade, e coordenará as atividades na comunidade.

Contato com a TDF no Brasil

Olivier Hallot (Brasil)
Celular: +55 21 88228812 – E-mail: olivier.hallot@documentfoundation.org

Fonte: http://broffice.org/libreoffice_chegou

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Novas listas do LibreOffice/BrOffice

Tive a felicidade de receber um e-mail enviado por Claudio Filho para várias listas de discussão do BrOffice, falando sobre as novas listas sob o domínio pt-br.libreoffice.org cujo conteúdo reproduzo abaixo.

Olá

Como todos devem saber, muitos voluntários do BrOffice trabalharam dentro destes 10 anos de projeto no Projeto OpenOffice.org(OOo) e pelos problemas de marca no país, tivemos q assumir um nome diferenciado.

Com as revira-voltas do mercado, como a compra da Sun Microsystems pela Oracle, muitos de nós optaram por seguir para o projeto LibreOffice(LO), um fork (derivação) do OOo.

Por questão de princípios, não divulguei nada a respeito de LibreOffice nas listas que estão mantidas nos servidores do OOo, mantidas pela Oracle, até a criação das listas na estrutura do projeto LO.

E hoje, venho comunicar que as listas estão prontas e convidar aos interessados de tratar de BrOffice/LibreOffice, que queiram ajudar a comunidade e a fazer crescer ainda mais o projeto no país que se inscrevam nestas listas. Para mais informações:

http://pt-br.libreoffice.org/suporte/listas-de-discussao/

Atenciosamente
Claudio

Bem, eu já me inscrevi. E você, está esperando o que?

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